8.11.09
Assembléia do MNDH-Paraná elege nova coordenação
5.11.09
Conferência Estadual de Direitos Humanos
Alertamos as entidades filiadas no MNDH que se organizem em todo Estado para participar com pelo menos uma pessoa pela entidade na Conferencia, Assembléia e Seminário Estadual de Direitos Humanos do Paraná que acontecerá dias 21 e 22 deste mês, em Curitiba/PR, conforme descrito ao lado. O participante deverá ter plenas condições de contribuir com os debates e estar preparado para, caso necessário, ser eleito conselheiro estadual, pois o evento tem por objetivo eleger o novo Conselho Estadual dos Direitos Humanos (COPED) para o biênio 2010-2011.
3.11.09
Informações sobre filiações e anuidade ao MNDH
31.10.09
Dois eventos de direitos humanos em Maringá
CDH de Sarandi marca reunião de reorganização
30.10.09
MNDH-PR - Comunicado sobre o Encontro Estadual
- O MNDH Paraná não custeará gastos de passagens de deslocamento dos membros das entidades para a Assembléia, nem o translado da Rodoviária, hotel ou aeroporto até o local do evento;
- As despesas de passagens e translado ficarão por conta das entidades ou dos seus respectivos membros representantes na assembléia;
- O MNDH oferecerá alimentação durante os dois dias no local do evento para todos os participantes;
- O MNDH oferecerá um alojamento coletivo simples, com colchões a serem usados piso no próprio local do evento para quem vem de outras cidades fora de Maringá;
- As pessoas que irão pernoitar no local deverão trazer roupas de cama e banho, assim como materiais de higiene pessoal;
- Os participantes inscritos para a assembléia que são de outra cidade fora de Maringá e necessite pernoitar no local do evento deverá nos informar pelo e-mail sknkc7@yahoo.com.br, em caráter de urgência, até dia 03/11/2009.
20.10.09
Encontro preparatório em Londrina
17.10.09
Filiação de uma entidade de Direitos Humanos no MNDH
A solicitação formal deve ser uma ata da reunião da entidade (precisa ter mais de um ano de existência) onde os participantes deixem claro o interesse da entidade se filiar no MNDH.
1. Filiação:
http://mndhparana.blogspot.com/2007/06/carta-de-princpios-do-mndh-ntegra.html
10.10.09
10 vagas para o Paraná
Curso de extensão em Direitos Humanos
A atividade, além do conteúdo de formação que agregará ao estudante, traz em sua concepção importante oportunidade estratégica para o MNDH e os Regionais. Isso porque, pela primeira vez:
1) Seguindo a orientação histórica do Conselho Nacional do MNDH, os recursos captados serão aplicados na qualificação da nossa base;
2) Qualificará e empoderará educadores/as populares vinculados ao MNDH a trabalhar com EAD, possibilitando desdobrar e potencializar nossas ações de formação;
3) Cada turma/pólo produzirá, como atividades prática, um mapeamento da criminalização que as entidades e defensores sofreram em todos os regionais, via a elaboração de 8 (oito) portfólios eletrônicos.
O curso é financiado com recursos públicos, do Orçamento Geral da União, através do Projeto firmado pelo MNDH com a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), e visa o fortalecimento de Comitês de Educação em Direitos Humanos. Sua duração será de quatro meses com uma carga-horária de 100 horas, divididas em 3 módulos, todos obrigatórios.
Por isso, é de extrema importância que os participantes possam ter a dedicação mínima requerida. O material didático para o acompanhamento do curso será digital, composto por CD ROM e arquivos disponibilizados pela internet.
Temos disponíveis 30 vagas para o Regional Sul, divididas igualmente entre os três estados.
O primeiro módulo será sobre os Fundamentos do Ensino à Distância, com um encontro presencial, sob a responsabilidade do Centro dos Direitos Humanos Maria da Graça Bráz, de Joinville - SC, a entidade pólo que oferecerá o Apoio Técnico para o desenvolvimento do Curso na Região Sul. A Orientação Pedagógica do Curso, no Regional Sul, fica ao encargo da articuladora do RS, Beatriz Rosane Lang.
É importante ressaltar que a atividade presencial não será custeada pelo MNDH ou pelo Centro de Direitos Humanos de Joinville, ficando a cargo de cada participante e/ou sua entidade as despesas de transporte, alimentação e estadia para participar deste momento. Este será o único investimento financeiro dos estudantes, uma vez que, o curso é totalmente gratuito.
O segundo e o terceiro módulos terão uma carga de 40 horas cada e serão feitos à distância. Tratarão, respectivamente, dos seguintes temas: “Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos no Brasil” e “Reação Conservadora e a Criminalização dos Movimentos Sociais”.
A avaliação será de cunho formativo, por meio da participação presencial, da interação entre os participantes e do desenvolvimento das atividades propostas.
De cada participante, será exigida uma dedicação mínima de duas horas diárias. Outro requisito básico para a participação do curso é o acesso à internet/banda larga, tendo em vista o desenvolvimento do Curso EAD.
O participante obterá diploma certificado pela UFG/MEC, SEDH e o MNDH, representando instrumento de grande valia aos interesses das pessoas ligadas à área de educação e formação em direitos humanos.
As inscrições deverão ser feitas, até o dia 23 de outubro de 2009, pelo e-mail ead.mndh@centrodireitoshumanos.org.br
O período de seleção dos participantes será dia 26 de outubro/2009.
Perfil da/o candidata/o:
1) Ser vinculada/o a uma entidade da Rede e/ou Parceira do MNDH;
2) Ter conhecimento em informática e navegação em internet;
3) Ter disponibilidade mínima de 2 duas horas de acesso à Internet com Banda Larga;
4) Poder se deslocar, às suas custas, a Cidade/Entidade Pólo, para os dois dias de aula presencial;
5) Apresentar interesse e justificativa do por quê quer e/ou precisa fazer o curso.
9.10.09
Encontro e Assembléia do MNDH-PR
Reunião da coordenação do MNDH-PR, em 26 de setembro de 2009
Salete informa que ela e João Francisco querem filiar uma ONG recém organizada ao MNDH. Ambos foram lembrados que pelo fato da ONG ter menos de um ano de existência não é possível a filiação. João Francisco questiona a exigência. Questão que deve ser motivo de discussão no MNDH nacional para revisão.
Clovis justifica a ausência de Ivo e Lucas. O primeiro por doença e o segundo por motivo de trabalho. Maria Cecílio justifica a ausência da irmã Verônica. A mesma encontra-se acompanhando visita de superioras de sua congregação. Clóvis informa que oficiou pessoas e organizações solicitando contribuição financeira para a reunião da coordenação e conseguiu 350 reais.
Clóvis informa que ainda não pôde ir até Foz do Iguaçu para verificar a situação do CDH. No entanto, Olírio o informou que o CDH de Foz está desestruturado e quando a situação mudar, o Centro retornará as atividades;
Informou também que esteve em Curitiba visitando o Grupo Tortura Nunca Mais (GTMN) e conversou com Narciso Pires. Ficou sabendo que ele recebe as mensagens do MNDH, só não responde. Informou ainda que o MNDH nacional está fazendo um levantamento sobre a participação das entidades filiadas.
Proposta de encaminhamentos
- Que o processo de referendo das ações nas assembléias estaduais e regionais deve ser ponto de debate para repensar a filiação das entidades, além da revisão das entidades filiadas e sua funcionalidade.
- Luiz e Maria Ilda sugerem que a estadual discuta a forma de coordenar a participação das entidades e exemplificar a possibilidade de se criar uma ficha cadastral a ser renovada a cada ano.
- Maria Cecílio sugeriu resgatar os grupos que se afastaram por meio da recuperação da memória histórica das ações desenvolvidas desde a organização das entidades e sugeriu ao IDDEHA a iniciativa do resgate histórico. Luiz ficou de discutir o assunto com a entidade (poderia ser em forma de um livro).
- Para o encontro e assembléia estadual ficou dos coordenadores estaduais e microrregionais ligarem nas entidades filiadas para saber se continuarão filiadas. Sugeriu-se de se definir um plano de reinserção das entidades.
- Discutiu-se também que após alguém ser eleito para a coordenação estadual ou regional, que seja revisto as condições de representação e ou eventual substituição.
- A última sugestão a ser discutida no encontro e assembléia foi de como fazer as pessoas que representam as entidades repassarem informações sobre suas ações de representação do MNDH.
A Assembléia estadual deverá discutir e estruturar as coordenações regionais, pois os coordenadores regionais atuais foram escolhidos durante o encontro de formação, em 2008, “História do MNDH”, visando ajudar a coordenação estadual. É necessária a discussão de regras/critérios de escolha e substituições dos coordenadores regionais no encontro e assembléia.
LOCAL: Chácara Vedruna – Maringá/PR
SÁBADO:
- 08 horas – Recepção e café;
- 09 às 12 horas – Oficina (Prof. Doutorando Nestor Alexandre Perehouskei. Tema “Políticas de Saúde: direitos e acesso”)
- 13h30 – Gilson Cardoso (coordenador nacional do MNDH). Relato do panorama nacional. Em seguida, espaço para as entidades filiadas fazerem perguntas e esclarecer dúvidas;
- APÓS O RELATO – Proposta de filiação de entidades e outros assuntos e encaminhamentos;
- 17 horas – Encerramento do dia.
DOMINGO:
- Avaliação da coordenação;
- Apresentação de chapas à coordenação estadual do MNDH-PR;
- Eleição da coordenação ampliada do estado do Paraná;
- 12 horas – Encerramento do evento.
REGIME DE PARTICIPAÇÃO:
- 2 pessoas por entidade e um voto por entidade filiada;
- As entidades filiadas e a se filiarem devem inscrever seus representantes até dia 23 de outubro.
6.10.09
Denúncia de violação dos direitos humanos
DO: AGENTES DA CASA DE CUSTÓDIA DE CURITIBA
AO: SR. PRESIDENTE COMISSAO DIREITOS HUMANOS PARANA
Diante das muitas denuncias que enviamos ao Secretario de Justiça e ao Coordenador do DEPEN, mas eles têm fechados os olhos para os acontecimentos aqui na Casa de Custódia de Curitiba, temos ainda que o Diretor da Unidade dá o apoio para o chefe de segurança fazer esses absurdos, resta-nos a OAB através da Comissão dos direitos Humanos, Pois como agentes responsáveis pela reeducação do preso, vêm a vós solicitar uma visita aos presos na Casa de Custodia de Curitiba.
Quando o Chefe de Segurança Francisco Tavares assumiu implantou-se aqui um regime de tortura e de degradação da pessoa humana. Os presos da Unidade estão em constante greve de fome, não estão recebendo os atendimentos médico e jurídico, são coagidos e torturados psicologicamente pelo chefe de segurança. No mês passado os presos ficaram CINCO DIAS SEM ÁGUA, por ordem do chefe de segurança, pois ele temia por um motim dos presos e mandou cortar a água e dizer que a caixa d’água estava com problemas.
É só fazer uma visita aqui e confirmar com os próprios presos, vejamos alguns exemplos:
- O preso Tiêpo ficou 7 dias sem comer
- Os presos das galerias A, B e C ficaram 5 dias sem água, alguns tiveram que tomar sua própria urina.
- O preso Emerson tomou sua própria Urina
- Os presos ficam de “castigo” fora do prazo estipulado e sem conselho disciplinar.
- Constantemente o Chefe de segurança obriga e pressiona psicologicamente aos presos a assinarem papeis em branco. Um exemplo é o preso Juarez Ferreira Pinto (caso morro do Boi) que foi coagido pelo Chefe de Segurança-Tavares a dizer que não apanhou de outros presos e ainda determinou que o preso Juarez assinasse papel em branco. O advogado do Juarez, Dr. Nilton confirmando a situação solicitou a transferência do preso, mas o Chefe de segurança não respondeu nem uma sindicância e ainda continua abusando da sua autoridade.
Essas atitudes desviam o foco da ressocialização e atrapalha nosso trabalho e o nosso compromisso com a administração pública.
Diante dessas e outras denuncias solicitamos que seja feita uma VISITA DA COMISSAO DOS DIREITOS HUMANOS NESTA UNIDADE.
AGENTES DA CASA DE CUSTÓDIA.
2.10.09
Reunião do CDH de Londrina
26.9.09
CEEDH e MNDH-PR realizaram reunião conjunta em Sarandi/PR
21.9.09
Assentamento Dorcelina Folador - 10 anos de conquista
O MNDH-PR parabeniza todos(as) do assentamento Dorcelina Folador pelos 10 anos, assim como a todos que lutam para que a Reforma Agrária seja de fato implementada em todos os cantos do Brasil.CDH de Londrina com nova coordenação
17.9.09
Coordenação do MNDH-PR reune-se em Sarandi/PR
DIA: 26/09/2009;
HORAS: A partir das 08 horas;
LOCAL: Paróquia Nossa Senhora das Graças - Praça Ipiranga - Final da Avenida Londrina - Centro de Sarandi/PR;
CIDADE: Sarandi/PR - ao lado de Maringá;
PAUTA:
08h00 - Café da manhã;
08h45 - CEEDH - Continuação do estudo do capítulo V da Constituição Federal e comunicados;
10h15 - intervalo;
10h30 - Reunião da coordenação do MNDH-PR para preparar o encontro e assembléia estadual prevista para o mês novembro deste ano, momento em que novas entidades que desenvolvem atividades de direitos humanos no Paraná poderão se filiar; eleição de uma nova coordenação para o MNDH-PR; encaminhamentos visando o encontro e assembléia do Regional Sul, em Lages/SC, em dezembro e; encontro e assembléia nacional do MNDH-Brasil, previsto para o primeiro semestre de 2010, em local ainda a ser definido, entre outros pontos.
10.9.09
Reunião das entidades de Apucarana filiadas ao MNDH
A reunião ocorreu no Sindicato da Saúde de Apucarana, momento em que o conselheiro nacional-coordenador estadual informou das atividades do MNDH prevista para este final de ano: Assembléia estadual do MNDH-PR, dias 07 e 08 de novembro, em Maringá, na Chácara Vedruna, momento de estudo, avaliação, eleição e filiações de entidades ao MNDH; Assembléia do Regional Sul do MNDH, em Lages-SC; Conferencia e Assembléia/Seminário Estadual de Direitos Humanos do Paraná (organizado pela CODIC), nos dias 14 e 15 de novembro, em Curitiba; além de reunião da coordenação do MNDH Paraná que deverá ocorrer em breve para organização da assembléia estadual.
Tratou-se também da anuidade das entidades filiadas ao MNDH Nacional e de um possível “café da manhã” ou “chá da tarde” com entidades que desenvolvem ações de direitos humanos na região de Apucarana, com o objetivo de compreenderem o MNDH, levantarem demandas regionais e encaminharem ações, visando novas filiações.
5.9.09
Projeto de Lei sobre a Defensoria Pública
O MNDH-Paraná defende que o Projeto de Lei Complementar 137/2009 sobre a Defensoria Pública seja aprovado na sua forma original, sem emendas e modificações. Eis os principais pontos do PLC 137 de 2009, que trata da Reforma da Lei Orgânica da Defensoria Pública.
A aprovação do PLC nº. 137, de 2009 pelo Senado possibilitará uma imediata melhora no serviço prestado pela Defensoria Pública em todo o país. Dentre os principais aspectos do projeto, podem ser destacados os seguintes:
A) As funções institucionais são ampliadas para que os Defensores Públicos possam atender melhor a população;
B) Cria a ouvidoria da Defensoria Pública para manter um canal de diálogo permanente entre a sociedade civil e a Instituição, visando aprimorar seus serviços;
C) Cria os direitos dos assistidos da Defensoria Pública, uma inovação no sistema de justiça;
D) Determina a criação de núcleos gerais e núcleos especializados (por exemplo: idoso, criança e adolescente), devendo ser instalado onde a população carente mais precisa. Ainda, prevê a descentralização da Defensoria Pública, para instalação de núcleos nas periferias e cidades do interior;
E) Confere atribuições aos Defensores Públicos para assegurar melhor o contraditório e a ampla defesa de seus assistidos;
F) Prevê a preparação do profissional que ingressa na carreira.
MNDH analisa a 1ª Conseg
22.8.09
CEEDH-Maringá elege dois coordenadores
12.8.09
Dia 15 - Reunião do CDH de Londrina
PAUTA:
- Apresentação dos membros e da ata de reunião e relatório com plano de ação das diversas comissões;
- Apresentação dos candidatos interessados para concorrer a cooredenação geral do CDH-Londrina;
- Escolha da data para o processo eleitoral da nova diretoria do CDH-Londrina.
8.8.09
Adiada a 24ª Romaria da Terra do Paraná
A Comissão Pastoral da Terra do Paraná, a Diocese de Apucarana, a Prefeitura e a Paróquia de Marilândia do Sul gostariam de informar a todas as comunidades, Dioceses e organizações que a 24ª Romaria da Terra do Paraná, que aconteceria no próximo dia 16 de agosto foi adiada. Esta decisão foi tomada, em reunião realizada hoje (07 de agosto) no Centro Diocesano de Pastoral em Apucarana e visa atender as recomendações dos órgãos de saúde do Estado do Paraná que tem orientado a não realização de eventos, concentrações e aglomerações como uma das formas de prevenção contra a Gripe A (H1N1).
Nestes 25 anos de caminhada, as Romarias da Terra tem se constituído como um espaço de defesa e valorização da vida, sendo assim está decisão visa manter a coerência e os princípios que tem motivado a CPT e os romeiros (as) da Terra do Paraná.
Sugerimos que as comunidades e organizações continuem motivadas e articuladas para a 24ª Romaria da Terra do Paraná em Marilândia do Sul. No início da próxima semana a CPT e a Diocese de Apucarana se reunirão para definir uma nova data de realização da Romaria que será informada as comunidades a partir do dia 13 de agosto.
21.7.09
Novo site CODIC
A Coordenadoria dos Direitos e da Cidadania - CODIC -, constitui-se uma unidade de execução programática da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania – SEJU e tem por missão incentivar o exercício da Cidadania e defender os Direitos Humanos, estimulando o desenvolvimento de Políticas Públicas, acompanhar violência dos direitos e acionar mecanismos e conselhos à proteção dos direitos humanos.
Visite o novo site da CODIC (www.codic.pr.gov.br), tire dúvidas, e saiba sobre os conselhos que a CODIC acompanha.
10.7.09
Reuniões em Londrina e Nova Esperança
Neste sábado (11), duas entidades de direitos humanos realizarão reuniões no Norte do Paraná. O Coletivo de Estudos e Educação em Direitos Humanos de Maringá (CEEDH), reúne-se na cidade de Nova Esperança, entre as 08h30 e 12 horas, para estudar o artigo 5º da Constituição Federal.
O Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH), reúne-se entre as 08 e 10 horas, em Londrina, na Rua Benjamin Constant, 1337 - centro - Fábrica teatro do Oprimido, tendo como pauta: 1) Documentação do CDH-Londrina; 2) Proposta de mudança no Estatuto e 3) Informes. A coordenação do CDH lembra que ficou definido na última reunião da entidade que as reuniões ordinárias do CDH-Lodrina serão sempre todo o primeiro sábado do mês. A data de julho foi modificada por causa da Audiência Publica sobre os medicamentos contínuos de alto custo.
Seminário em São Paulo - A Segurança Pública em debate
O Seminário faz parte das atividades da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg) e conta com o apoio do Instituto Pólis e da Associação Brasileira de ONGs (Abong).
A atividade pretende ampliar o debate em torno do tema da segurança pública, promovendo o diálogo e a interação entre distintos setores da sociedade civil tais como ONGs, movimentos sociais e profissionais da área da segurança pública.
As inscrições podem ser feitas através do envio da ficha de inscrição para o email secretaria@ilanud.org.br até o dia 24 de julho. Maiores informações nos sites www.ilanud.org.br e www.fes.org.br ou pelo telefone (11) 3259-0068. Veja aqui a programação.
9.7.09
Reunião do CEEDH-Maringá, em Nova Esperança-PR
6.7.09
Vídeo educativo
4.7.09
MNDH-PR participou do Seminário "Justiça Para Todos"
Um dos assuntos defendidos foi a regulamentação da Defensoria Pública do Estado, conforme estabelece a Constituição Federal e que até o momento tem sido um descaso por parte do Estado do Paraná, mesmo sendo uma necessidade e cobrança da sociedade.
Durante a abertura do Seminário, o representante do Ministério da Justiça, Marcelo Scarbona, afirmou que “o Ministério da Justiça tem toda a disposição de ajudar e oferece os recursos do Pronasci”, para que a Defensoria Pública seja estruturada. Mais que isso. A Defensoria Pública é um direito da população carente e o MNDH-PR defende que sua criação seja prioridade do governo estadual, visto ser uma discussão que, no Paraná, faz parte da agenda do governo e cobrança das organizações sociais e do Ministério Público, desde a promulgação da Constituição Federal aprovada em 1988. É como afirmou o procurador de Justiça do Paraná, Olympio de Sotto Maior Netto: “É inadmissível que tenhamos uma Constituição denominada de Cidadã e que ainda uma grande parcela da população continue afastada do exercício dos direitos prometidos por ela”.
2.7.09
CONANDA SE POSICIONA CONTRA TOQUE DE RECOLHER
O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), principal órgão nacional do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, no uso de suas atribuições legais de deliberar e fiscalizar as políticas nacionais para a infância e juventude, reunido em sua 175º Assembléia Ordinária, aprova o presente parecer contrário ao procedimento denominado Toque de Recolher - proibição de circulação de crianças e adolescentes nas ruas no período noturno-, adotado em algumas cidades do País, por meio de portarias de Juízes da Infância e Juventude.
- As portarias judiciais não podem contrariar princípios constitucionais e legais, como o direito à liberdade, previsto nos artigos 5 e 227 da Constituição Federal Brasileira, e nos artigos 4 e 16 do ECA - direito à liberdade, incluindo o direito de ir, vir e estar em espaços comunitários;
- Os artigos 145 a 149 do ECA dispõem sobre as competências e as atribuições das Varas da Infância e Juventude. Os artigos citados não prevêem a restrição do direito à liberdade de crianças e adolescentes de forma genérica, e sim restrições de entrada e permanência em certos locais e estabelecimentos, que devem ser decididas caso a caso, de forma fundamentada, conforme o artigo 149;
- O procedimento contraria a Doutrina da Proteção Integral, da Convenção Internacional dos Direitos da Criança, em vigor no Brasil por meio da Lei 8.069 de 1990 (ECA) e a própria Constituição Federal Brasileira, tendo em vista a violação do direito à liberdade. A apreensão de crianças e adolescentes está em desconformidade com os requisitos legais por submeter crianças e adolescentes a constrangimento, vexame e humilhação (arts. 5 e 227 da CF e arts. 4, 15, 16, 106, 230 e 232 do ECA). Volta-se a época em que crianças e adolescentes eram tratados como “objetos de intervenção do estado” e não como “sujeitos de direitos”. A medida significa um retrocesso, tendo em vista que nos remete à Doutrina da Situação Irregular do revogado Código de Menores e a procedimentos abusivos como a “Carrocinha de Menores” e outras atuações meramente repressivas executadas por Comissariados e Juizados de Menores;
- Em muitos casos, a atuação dos órgãos envolvidos no Toque de Recolher denota caráter de limpeza social, perseguição e criminalização de crianças e adolescentes, sob o viés da suposta proteção;
- Não se verifica o mesmo empenho das autoridades envolvidas na decretação da medida aludida em suscitar a responsabilidade da Família, do Estado e da Sociedade em garantir os direitos da criança e do adolescente, conforme dispõe o ECA. Inclusive, a própria legislação brasileira já prevê a responsabilização de pais que não cumprem seus deveres, assim como dos agentes públicos e da própria sociedade em geral. No mesmo sentido, por que as autoridades envolvidas no Toque de Recolher não buscam punir os comerciantes que fornecem bebidas alcoólicas para crianças e adolescentes ou que franqueiam a entrada de adolescentes em casas noturnas ou de jogos, ou qualquer adulto que explore crianças e adolescentes?
- Nenhuma criança ou adolescente deve ficar em situação de abandono nas ruas, em horário nenhum, não só durante as noites. Para casos como esses, assim como para outras situações de risco, o ECA prevê medidas de proteção (arts. 98 e 101) para crianças, e adolescentes e medidas pertinentes aos pais ou responsáveis (art. 129);
- Os Conselhos Tutelares são órgãos de proteção e defesa de direitos de crianças e adolescentes (arts. 131 a 136 do ECA) e não de repressão ou punição. O Fórum Colegiado Nacional dos Conselhos Tutelares já se manifestou contrariamente ao Toque de Recolher;
- A polícia não deve ser empregada em ações visando o recolhimento de crianças e adolescentes. Nesse sentido, o Estatuto e a normativa construída nos últimos 19 anos prevêem a necessidade de programas de acolhimento com educadores sociais que façam a abordagem de crianças e adolescentes que se encontrem em situação de rua e/ou de risco. Muitas vezes, os abusos sofridos nas próprias casas geram a ida de crianças e adolescentes para as ruas. Nesses casos, a solução também não é o toque de recolher. O adequado é a atuação dos órgãos e programas de proteção, acolhimento e atendimento às crianças, aos adolescentes e às famílias. Devemos destacar que, diante de situações de risco em que se encontrem crianças e adolescentes, qualquer pessoa da sociedade pode e deve acionar os programas de proteção e/ou os Conselhos Tutelares, assim como todos da sociedade têm o dever de agir, conforme suas possibilidades, visando prevenir ou erradicar as denominadas situações de risco;
- O procedimento do Toque de Recolher contraria o direito à convivência familiar e comunitária, restringindo direitos também de adolescentes que, por exemplo, estudam à noite, frequentam clubes, cursos, casas de amigos e festas comunitárias;
- Conforme os motivos acima elencados, o Toque de Recolher contraria o ECA e a Constituição Federal. É uma medida paliativa e ilusória, que objetiva esconder os problemas no lugar de resolvê-los. As medidas e programas de acolhimento, atendimento e proteção integral estão previstas no ECA, sendo necessário que o Poder Executivo implemente os programas; que o Judiciário obrigue a implantação e monitore a execução e que o Legislativo garanta orçamentos e fiscalize a gestão, em inteiro cumprimento às competências e atribuições inerentes aos citados Poderes.
Nesses termos, o Conanda recomenda:
- Que todos os municípios tenham programas com educadores sociais que possam fazer a abordagem de crianças e adolescentes que se encontrem em situações de risco, em qualquer horário do dia ou da noite, visando os encaminhamentos e atendimentos especializados previstos na Lei;
- Que todos os Municípios, Estados e União fortaleçam as redes de proteção social e o Sistema de Garantia de Direitos, incluindo Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente, Conselhos Tutelares, Varas da Infância e Juventude, promotorias e delegacias especializadas;
- Que o Conselho Nacional de Justiça inclua em sua pauta de discussões o Toque de Recolher, objetivando orientar as Varas da Infância e Juventude sobre a ilegalidade e inconstitucionalidade do procedimento.
Brasília, 18 de junho de 2009
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
29.6.09
Audiência Pública em Londrina
17.6.09
Senado aprova dedução de IR no caso de doações a entidades que prestam apoio a jovens
Da Agência Senado - 16/06/2009 - 12h46
Aprovada no Senado dedução de IR no caso de doações a entidades que prestam apoio a jovens.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou há pouco o projeto (PLS 269/08) que autoriza a dedução do Imposto de Renda de empresas e pessoas físicas em caso de doações ou patrocínios em favor de entidades sem fins lucrativos que desenvolvam ações de amparo e inclusão de jovens entre 15 e 29 anos. A proposta, da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), teve voto favorável do relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Como a decisão tem caráter terminativo, o projeto será enviado à Câmara dos Deputados.
No caso das empresas, o desconto é limitado a 6% do imposto devido, caindo a 4% quando se tratar dos contribuintes pessoas físicas. Em sua justificação, Patrícia Saboya argumenta que as ações de amparo e inclusão de jovens dependem da participação da sociedade civil. No entanto, salienta a senadora, apenas as doações em benefício de fundos voltados à criança e ao adolescente são dedutíveis do Imposto de Renda, ficando de fora políticas que alcançam grande contingente de jovens.
EDITAL DE SELEÇÃO- Relatorias nacionais DhESCA Brasil – 2009-2011
Termo de Referência para a Seleção de Relatores(as) Nacionais em Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais
Através do presente edital a Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais e Culturais – DhESCA Brasil, dá início ao processo de seleção de 05 (cinco) especialistas em direitos humanos para o exercício da função de Relator(a) Nacional em Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais, com a finalidade de atuarem no mandato 2009-2011.
As Relatorias Nacionais em Direitos Humanos, Econômicos Sociais, Culturais e Ambientais são uma iniciativa da DhESCA Brasil iniciada em 2002. Sua missão é ser um instrumento de ampliação da exigibilidade dos DhESCA no Brasil, tendo em vista sua realização integral (promoção, proteção e reparação) para todos e todas, através da análise e da articulação de situações de violações locais de direitos humanos com a situação geral desses direitos no país.
O referido mandato tem como objetivo contribuir para que o Brasil adote um padrão de respeito aos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais, ambientais, sexuais e reprodutivos, com base na Constituição Federal, no Programa Nacional de Direitos Humanos e nos tratados internacionais de proteção aos direitos humanos ratificados pelo país, através da implementação de mecanismos de controle da sua exigibilidade.
A partir dos temas e eixos abaixo definidos, cabe ao mandato das Relatorias fazer um estudo de aprofundamento sobre tais temáticas, definir os espaços políticos onde incidir, quais articulações políticas devem ser feitas, quais violações existentes no Brasil são significativas para serem investigadas com missões, e propor encaminhamentos.
Temáticas para o Mandato 2009-2011
Neste processo de seleção serão nomeados Relatores Nacionais em relação aos seguintes direitos:
1. Relatoria Nacional do Direito Humano à Terra ,Território e Alimentação:
2. Relatoria Nacional do Direito Humano à Educação:
3. Relatoria Nacional do Direito Humano à Cidade:
4. Relatoria Nacional do Direito Humano ao Meio Ambiente:
5. Relatoria Nacional do Direito Humano à Saúde:
O Edital completo encontra-se nos Anexos do MNDH-PR.
Divulgação de atividades
CDH de Londrina e MNDH-PR realizam Oficina de DH
8.6.09
Mc Donald´s sendo processada
Organização de CDHs
PRIMEIRA FORMA – Centro institucionalizado:
Um CDH institucionalizado é um coletivo de pessoas que estuda e cobra a proteção dos direitos violados junto aos órgãos responsáveis. Um coletivo (centro) institucionalizado precisa ser registrado em Cartório de Registro de Títulos e Documentos, que também deve ficar em dia junto à Receita Federal sob risco de penalidades legais.
Para a fundação, um grupo de pessoas se encontra em Assembléia Geral, em dia e horário amplamente divulgado para exposição, esclarecimento, discussão e aprovação da entidade. A assembléia estando de acordo, providencia-se lista de presença de todos, lê, discute e aprova-se o Estatuto previamente elaborado por um grupo, realizando as alterações que a Assembléia achar necessários. As discussões da assembléia precisa ser documentada em Ata, assim como a eleição das pessoas e os cargos, com seus respectivos nomes e funções no Centro, como secretarias, coordenadorias, núcleos ou setores para as mais diferentes áreas e necessidades: saúde, educação, meio ambiente, orçamento, criança e adolescente, idoso, mídia, segurança e assim por diante.
Após o evento, o representante eleito da entidade vai ao Cartório com os documentos (Lista de presença; Ata da Assembléia e Estatuto) aprovados e assinados pelos presentes no dia da assembléia para registrá-los. Dirige-se também à Receita Federal para providenciar o CNPJ.
Esta forma de organização é sugerida às entidades que tem por objetivo representar ações judiciais em nome de grupos e organizações e celebrar convênios que envolva recursos financeiros. O grupo precisa estar ciente que à medida que a entidade é registrada (institucionalizada) e trabalha com convêncios e oferece serviços advocatícios com ações judiciais, exige-se responsabilidade por parte da diretoria que pode responder criminal e civilmente pela entidade.
SEGUNDA FORMA – Centro não institucional:
Um CDH não institucionalizado é um coletivo de pessoas que se juntam para estudar e defender os direitos violados, sem a preocupação de registrá-lo por meio de Ata e Estatuto em Cartório de Registro de Títulos e Documentos e Receita Federal. Um coletivo, centro, grupo, movimento ou núcleo de direitos humanos ou estudo de direitos humanos ou mesmo de educação em direitos humanos não institucionalizados não significa que não tenha as mesma força política de um centro institucionalizado. A diferença é que não darão prioridade a representações de ações judiciais, por compreender ser função do Estado por meio do Ministério Público e não terão preocupação em celebração de convêncios financeiros, o que não significa estar fora de concorrer a projetos ou prêmios de direitos humanos.
Os grupos ou centros não institucionalizados, poderão e devem se organizar em comissões ou núcleos de saúde, educação, meio ambiente, orçamento, criança e adolescente, idoso, mídia, segurança e assim por diante, estudando ou cobrando dos órgãos responsáveis – sobretudo o Estado – a proteção aos direitos humanos, oferecendo cursos de formação, participando de conselhos municipais e estaduais e realizando parcerias com outras entidades e movimentos.
6.6.09
Anuidade ao MNDH
1ª Conferência Internacional do Teatro do Oprimido
29.5.09
Curso Direito à Memória e à Verdade
O curso oferece 3000 vagas e será gratuito para os participantes, pois conta com o apoio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
28.5.09
SOS enchentes
Oficina de Direitos Humanos em Londrina
DATA: 06/06/2009
HORÁRIO: Das 8:00 às 16:00
CONVIDADA: Profª Drª Ileize Fiorelli Silva (UEL)
INSCRIÇÕES GRATUÍTAS: Vagas limitadas
OBJETIVO: Contribuir na formação de uma consciência de direitos humanos em uma sociedade que desumaniza as pessoas.
PÚBLICO ALVO: professores, sindicalistas, militantes de movimentos sociais e populares.
FICHA DE INSCRIÇÃO:
1. NOME:__________________________________________
3. TELEFONE: ______________________________________
Email: ____________________________________________
4. ESCOLARIEDADE: 1º GRAU ( ) 2º GRAU ( ) 3º GRAU ( )
5. Atividade profissional que exerce:_________________________
6. Professor(a) ( ) militante ( ) Outros ( )
Nome do sindicato/associação de moradores, partido , outros a que pertence___________________________________________
Saúde
27.5.09
Conselho Nacional de Direitos Humanos terá 24 integrantes
Obrigatoriedade da língua de sinais nas escolas
Escritório Regional do Paraná
A Lei de Libras 10436/2002 e o Decreto Federal 5626/2005 reconhecem a Língua Brasileira de Sinais - Libras como língua das comunidades surdas brasileiras.
No entanto, o preconceito e discriminação contra os surdos é cada vez maior e chega ao ponto de assistirmos, recentemente, nos noticiários, professores se recusando a trabalhar com alunos surdos em escolas regulares, além da possibilidade de termos as escolas para surdos fechadas.
A Comunidade Surda paranaense está indignada! Esse é o momento de nos unirmos e mobilizarmos nossas forças para denunciar o NÃO CUMPRIMENTO, pelo Poder Público, dos direitos assegurados na Lei de Libras:
REIVINDICAMOS:
I – O direito à COMUNICAÇÃO e ao ENSINO em Libras, nas escolas onde estudamos!
II – O ensino do PORTUGUÊS como SEGUNDA LÍNGUA, com processos avaliativos que respeitem nossa diferença lingüística!
III - EDUCAÇÃO BILÍNGUE em todas as escolas de Educação Básica freqüentadas por alunos surdos!
IV - CONCURSO PÚBLICO e CONTRATAÇÃO IMEDIATA de professores surdos para atuar nas escolas!
V- Inclusão da DISCIPLINA DE LIBRAS nos cursos de formação de professores, nas universidades públicas e privadas, ministradas preferencialmente por PROFESSORES SURDOS.
VI - INTÉRPRETES DE LIBRAS e profissionais capacitados para a comunicação com surdos, nos serviços públicos e locais de trabalho dos surdos, com destaque à ESCOLA!
CARTA ABERTA À COMUNIDADE SURDA PARANAENSE!
Escritório Regional do Paraná
Fatos como esse, amplamente noticiados por veículos de destaque, como o Jornal Gazeta do Povo e a Rede Globo, contribuem para reforçar preconceitos sobre a natural incapacidade e limitação dos surdos para aprender.
Nós, os surdos, seus familiares, profissionais da área e simpatizantes que militam pela defesa dos direitos sociais dos surdos, como a bandeira de uma educação de qualidade, não podemos mais deixar calar nossa indignação!
Se o desempenho dos surdos nas avaliações oficiais é baixo, significa que sua EDUCAÇÃO É DESQUALIFICADA E NÃO RESPEITA SUA DIFERENÇA LINGUÍSTICA.
Esse é o momento de nos unirmos e mobilizarmos nossas forças para denunciar o descaso e desrespeito do Poder Público frente à conquista histórica do reconhecimento político da LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA - LIBRAS pela comunidade surda brasileira e sua incorporação a todos os setores da vida social.
Lutemos para o IMEDIATO cumprimento de todos os direitos conquistados pela comunidade surda brasileira, assegurados pela Lei de Libras e pelo Decreto 5626/2005.
NÓS, OS SURDOS PARANAENSES, REIVINDICAMOS:
I - O direito à COMUNICAÇÃO e ENSINO em Libras, nas escolas onde estudamos!
II - Aprender o PORTUGUÊS como SEGUNDA LÍNGUA, com processos avaliativos que respeitem nossa diferença lingüística!
III - EDUCAÇÃO BILÍNGUE em todas as escolas de Educação Básica freqüentadas por alunos surdos!
IV - CONCURSO PÚBLICO e CONTRATAÇÃO IMEDIATA de professores surdos para atuar nas escolas!
V- Inclusão da DISCIPLINA DE LIBRAS em 20% dos cursos de formação de professores, nas universidades públicas e privadas, ministradas preferencialmente por PROFESSORES SURDOS, como prevê o Decreto 5626, até 2009.
VI - INTÉRPRETES DE LIBRAS e profissionais capacitados para a comunicação com surdos, nos serviços públicos e locais de trabalho dos surdos, com destaque à ESCOLA!
Queremos denunciar o FRACASSO DO PODER PÚBLICO em atender nossos direitos, que encobrem a real condição da educação dos surdos nas escolas brasileiras com PROFESSORES DESPREPARADOS EM LIBRAS E PROPOSTAS PEDAGÓGICAS BILÍNGUES APENAS NOS DISCURSOS!
Queremos professores surdos, professores ouvintes bilíngües, um currículo que contemple as manifestações artísticas e culturais dos surdos e que permita conhecer a história do povo surdo e a opressão da língua de sinais, no último século!
Convidamos para a CAMINHADA EM DEFESA DA OBRIGATORIEDADE DA LÍNGUA DE SINAIS NAS ESCOLAS!
DIA: 01 DE JUNHO DE 2009
HORÁRIO: 10h30
PERCURSO: Concentração na Praça Santos Andrade, a partir de 9h30, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, em direção ao Centro Cívico (Prefeitura Municipal de Curitiba, Assembléia Legislativa, Palácio Iguaçu).
26.5.09
Reunião do CEEDH de Maringá
Caravana Comunidade Segura
O IDDEHA conta com sua presença para fazer do Encontro uma ação propositiva para contribuir com a segurança pública do Paraná e do Brasil.
Serão abordados os temas:
- Política Nacional de Controle de Armas;
- Drogas: repressão ao crime organizado e danos sociais;
- Projetos sociais e a garantia de direitos como medida de prevenção da criminalidade e redução da violência.
Conferências sobre Segurança
Segurança Pública, agora, é assunto de toda a sociedade brasileira. Todos têm que participar. E é isso que a 1ª CONSEG quer: consolidar o envolvimento da sociedade nas decisões sobre segurança. Com a participação de todos, a 1ª CONSEG será um importante instrumento de mobilização social. Acesse: www.conseg.gov.br
DATA: 06 de Junho de 2009
LOCAL: E. E. Maria Aguiar Teixeira - Av. Affonso Camargo, 3463 - Capão da Imbuia;
Informações: IDDEHA – 3363.3103 / CECOVI –3363.5089 / FÊNIX -3353.8017
16.5.09
Comissão de Direitos Humanos da Câmara divulga Nota
O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, divulgou Nota Oficial manifestando preocupação diante da prisão de dezoito militantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), ocorrida no dia 26 de abril, no estado do Pará. De acordo com o presidente, as dezoito pessoas foram detidas de forma arbitrária e indevida e tiveram os seus direitos violados com a construção da usina hidrelétrica de Tucuruí, na região sudeste do estado. A obra teve início em 1976 e foi inaugurada em 1984. Até hoje, boa parte das famílias atingidas pelo projeto não recebeu qualquer indenização. E a maioria da população removida para a implantação do projeto vive hoje em condições indignas de vida, em favelas localizadas no entorno da usina, sem as mínimas condições de saneamento básico, energia elétrica e demais serviços que garantam os seus direitos constitucionais. Leia a Nota na íntegra.
15.5.09
Solidariedade ao Norte e Nordeste
Um VT de 30 segundos postado no youtube foi encaminhado para as TVs comerciais e católicas relata parte da situação e pede a colaboração das pessoas, estando disponível para divulgação eletrônica. Mais informações sobre a situação das chuvas no Norte e Nordeste e sobre a campanha encontram-se no site da Caritas. CDH de Londrina realiza reunião extraordinária
13.5.09
Reunião em preparação à Conferência da Criança e do Adolescente
11.5.09
MNDH quer transparência na busca por corpos do Araguaia
“Precisa haver controle social sobre o processo. Não confiamos no Ministério de Defesa como executor da medida, pois as forças que o dominam ainda são predominantemente reacionárias e tendenciosas”, diz a coordenadora do MNDH.
Comissão de saúde se reúne em Londrina
Pauta:
- Quais as providências que estão sendo tomadas em Londrina, com relação à gripe A( H1 N1) ?
- Quantos Casos suspeitos e monitorados existem em Londrina? Há risco de grande propagação desta doença?
- A cidade está estruturada para enfrentar a gripe A?
- O que as comunidades podem fazer para contribuir na prevenção deste problema?
7.5.09
Brasil é questionado em Genebra
Fórum Internacional sobre Síndrome de Down
A Fundação Síndrome de Down está organizando o II Fórum Internacional sobre Síndrome de Down e acontecerá entre 27 e 30 de maio deste ano, em Campinas/SP. O Fórum será um espaço para a discussão de temas ligados à pessoa com deficiência intelectual. Inscrições e informações estão disponíveis no site www.fsdown.org.br.
2.5.09
Josemar Lucas é escolhido coordenador do MNDH-Região Londrina
30.4.09
CDH de Londrina reune-se dia 02 de maio
18.4.09
CEEDH-Maringá realizou reunião de estudo
16.4.09
Conferência Estadual da Igualdade Racial
- EVENTO: Conferência Estadual da Igualdade Racial;
- DATA: 23 de maio de 2009;
- LOCAL: Colégio Estadual do Paraná (Salão Nobre);
- CIDADE: Curitiba/PR;
- TEMAS PRIORITÁRIOS: Terra, Educação, Trabalho e Renda,Segurança Pública e Saúde;
- CONTATOS: (41) 3350-1270 - Secretaria de Assuntos Estratégicos;
- INSCRIÇÕES. igualdaderacial@seae.pr.gov.br
GTNM promove Memorial da Liberdade
Entidades questionam o Poder Judiciário do Maranhão
Acusações cotidianas de que o Poder Judiciário é cego para os pobres e de olhos bem abertos para os ricos, de interpretar a lei de acordo com os interesses de classe, de incriminar os movimentos sociais e tratar o povo, legítimo soberano numa democracia, como algo incômodo, perigoso, caso de polícia, são condutas que precisam ser combatidas diariamente para que possamos construir uma sociedade verdadeiramente democrática. Exemplo claro do que está sendo considerado acima foi observado no julgamento do processo administrativo-disciplinar contra o Juiz de Direito Jorge Moreno, acusado de exercício de atividade político-partidária, pelo deputado estadual Max Barros, ligado ao grupo político do Presidente do Senado, José Sarney. O referido processo teve andamento célere até o afastamento cautelar do juiz da comarca e demorou três anos para a realização do julgamento. Em que pese a afirmação de que foram respeitados todos os princípios constitucionais, o que se observou, de forma nítida e clara, foi o exercício de um poder efetivamente direcionado, pessoal, parcial, político e seletivo. Não foi colocado em discussão o processo em si, mesmo porque não se verificou nenhuma prova da conduta atribuída ao magistrado, resvalando as discussões a conjecturas e suposições. Restou então apreciar o processo pelo que o magistrado representa: a origem social, o engajamento na causa dos direitos humanos e a relação com os movimentos sociais. Observou-se nitidamente ter havido o cerceamento do direito de defesa, tachado pelo relator do processo e alguns outros desembargadores como “excesso de formalidades”.
O que se pode imaginar, analisando a frase por si, é estarmos diante de um tribunal liberal, avançado para o seu tempo, quando, na verdade, isso não passa de uma fachada para a manifestação de um forte conservadorismo capaz de transformar uma instituição republicana numa arena de perseguição política, reflexo da correlação de forças sociais, a comprovação na prática de que ainda não ultrapassamos a fronteira do exercício pessoal no trato das coisas públicas. Como bem afirmou o Des. Bayma de Araújo, decano do TJ-MA, sem meios termos, que tal processo só estava ocorrendo porque o juiz referido é ‘pobre, inteligente, não vende sentenças, não tem costas quentes, etc.’. De modo inverso, apesar da abundância de provas, nenhum rigor se viu na apreciação do processo do magistrado maranhense acusado da prática de redução de trabalhadores à condição análoga a de escravo, quando o processo caminha para o arquivamento. E só ficou nos comentários a atitude do desembargador presidente do TRE-MA, quando vestiu literalmente a camisa de um candidato ao Senado, ex-governador de Estado, da mesma forma que foi muito elogiada, como conduta de trato social, a participação do presidente do TJ/MA, em 2006, em programa de televisão destinado à propaganda de partido político, à época, o PMDB;
Se o que valem não são os direitos e garantias fundamentais, mas ao contrário interesses pessoais, de grupos ou facções; se a interpretação da lei é nitidamente marcada por subjetivismos e o judiciário começa a fixar regras, invadindo competência de outro poder e a traçar limites que não existem em nenhum documento, mas fica ao alvitre dos seus membros, temos anunciada uma tragédia: a fragilização da democracia e suas instituições.
Esse tipo de prática observada não é algo específico do modus operandi do judiciário maranhense. Talvez aqui seja mais visível e escandaloso. É uma prática que está contaminando as frágeis instituições da república brasileira e pondo-as em risco, perigo ante o qual não podemos nos calar, nem nos omitir.
37 - CDVDH - Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Bom Jesus das Selvas - MA
38 - CODIGMA - Cooperativa para Dignidade no Maranhão
39 - Sindicato dos Mototaxistas de Açailândia
40 - UESA - União dos Estudantes Secundaristas de Açailândia
41 - Fórum de Cultura de Açailândia
44 - FÓRUM APOIO.
45 - NÚCLEO CERRADO VIVO.
46 - COMISSÃO PASTORAL DA TERRA DA DIOCESE DE BALSAS.
47 - PASTORAL DOS MIGRANTES.
48 - PASTORAL DA SAÚDE.
49 - PASTORAL DA CRIANÇA DA DIOCESE DE BALSAS
50 - COMITÊ DA CIDADANIA DE PASTOS BONS.
51 - COMITÊ DA CIDADANIA DE NOVA IORQUE.
52 - CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE BALSAS – CONDEMA.
53 - FÓRUM CARAJÁS.
54 - PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORO DA DIOCESE DE BALSAS.
55 - CÁRITAS DIOCESANA DE BALSAS.
56 - SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE BALSAS.
57 - SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE LORETO.
58 - SINDICATO DOS ENGENHEIRO DE BALSAS.
59 - ESCOLA DE FORMAÇÃO DE ÈTICA E CIDADANIA DA DIOCESE DE BALSAS.
60 - AMAPE – DE PASTOS BONS.
61 - ACA - ASSOCIAÇÃO CAMPONESA – BALSAS.
62 - ASSENTAMENTO SUCUPIRA – RIAÇÃO.
63 - ASSENTAMENTO ALEGRE – RIAÇÃO.
64 - ASSENTAMENTO SÃO JOSÉ – BALSAS.
65 - ASSENTAMENTO BACURI – SÃO RAIMUNDO DAS MANGABEIRAS.
66 – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Matões do Norte
Entre outras que ainda assinarão.
15.4.09
Campo Mourão pode organizar CDH
O IDDEHA e seus projetos de Direitos Humanos
O projeto “Arte da Paz”, de conteúdos de cidadania e direitos humanos, é direcionado ao público jovem, trabalhando a auto-estima e a consciência de cidadão e liderança social.
Manifesto pelos Direitos dos Quilombolas
14.4.09
Entidade filiada ao MNDH promove chá beneficente
Dentre os brindes a serem sorteados, estão TV, bicicleta, DVD, microondas, confecções, eletrodomésticos e dezenas de outros. Mais informações podem ser obtidas na sede da AMA na Rua Ubirajara, 173 - Jd. Lucianópolis - Fone: 3265-8921.
A AMA é beneficente, sem fins lucrativos e atende a dezenas de portadores da rara síndrome do autismo – um distúrbio mental que acomete cinco pessoas em cada grupo de 10.000 nascimentos. A entidade, que sobrevive de pequenas subvenções e de promoções que realiza, nada cobra de seus alunos, cuja maioria vem de famílias de nível sócio-econômico muito baixo.
- DIA: 16 de abril (quinta-feira);
- LOCAL: Country Club, de Maringá/PR;
- HORÁRIO: A partir das 19h30min.;
- OS CONVITES: Podem ser adquiridos na portaria do clube e cada participante terá direito a um prato de strogonof de carne, arroz e batata palha, equivalente a uma refeição;
- A RENDA: Será destinada à construção da escola da AMA, cujas obras estão paralisadas;
- BRINDES: TV, bicicleta, DVD, microondas, confecções, eletrodomésticos e outros;
- MAIS INFORMAÇÕES: Na Rua Ubirajara, 173 - Jd. Lucianópolis - Fone: 3265-8921.
Saúde, cidadania e Direitos Humanos
- Palestra: SAÚDE / CIDADANIA E OS DIREITOS HUMANOS
c/ Prof. Dr. João Batista Filho; - Levantamento dos Principais Problemas de Saúde e possíveis propostas para solução, da comissão de saúde do Centro de Direitos Humanos de Londrina – CDH;
- Eleição da Nova Diretoria da Comissão de Saúde do CDH para o biênio 2009/2010.
13.4.09
Reunião do CEEDH de Maringá
- DIA: 18 de abril;
- HORÁRIO: 08h30min. às 11 horas;
- LOCAL: Associação Maringaense de Autistas (AMA);
- ENDEREÇO: Rua Ubirajara, 173 - Jardim Lucianópolis, próximo do portão do Tiro de Guerra, da Avenida Mandacaru.
1.4.09
Reunião do CDH-Londrina
O Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH), realizará reunião no próximo sábado, dia 04 de abril de 2009, das 09 às 11 horas, no Centro de Educação Ambiental - Parque Arthur Thomas - Rua da Natureza, 155 - Jd. Piza (O Centro fica dentro do Parque).
Assessoria de formação
31.3.09
31 de março: esquecer, jamais!
Há 45 anos, em 31 de março de 1964, forças militares, aliadas às elites econômicas brasileiras, derrubaram o governo democrático de João Goulart. Desde então e por 21 anos, até 1985, esses militares ocuparam o poder no Brasil e instalaram uma DITADURA MILITAR. Esse período, conhecido como a “A LONGA NOITE DE TERROR”, promoveu a perseguição e a demissão de seus empregos de mais de 500 mil brasileiros e brasileiras; dezenas de milhares foram presos e torturados; centenas foram covardemente assassinados pelos agentes públicos do Estado. Muitos militantes políticos que reagiram ao golpe militar continuam desaparecidos até hoje.
O Brasil até então altivo e soberano, com os militares no poder, submeteu-se aos interesses americanos durante a Guerra Fria. Foi permitida a exploração do rico subsolo brasileiro por empresas estrangeiras. A política externa passou a ser dirigida, na prática, pelos interesses dos Estados Unidos. Uma nova lei de remessas de lucros permitiu às multinacionais mandar mais dinheiro para fora do país.
Os sindicatos sofreram intervenção, garantindo o conformismo do trabalhador brasileiro à exploração ainda maior das elites econômicas e das multinacionais. A reforma agrária e urbana foram banidas da política brasileira e, os que por isso lutassem, amordaçados e calados. Os movimentos sociais passaram a ser criminalizados e seus militantes covardemente perseguidos. O POVO FOI PROIBIDO DE SE ORGANIZAR E SE MANIFESTAR. Os socialistas, os comunistas, a esquerda brasileira e os democratas foram declarados inimigos do regime, submetidos ao cárcere, à tortura e ao exílio forçado.
A Ditadura Militar levou o país ao excessivo endividamento junto aos banqueiros internacionais ao assumir o Brasil com 2,6 bilhões de dólares de dívida externa e entregá-lo com 110 bilhões de dólares. Tornou o país dependente e controlado pelo Fundo Monetário Internacional, a serviço dos interesses dos países ricos.
A reação do povo brasileiro, com os movimentos de trabalhadores e estudantes, as campanhas pela anistia e o grande movimento pelas DIRETAS JÁ, puseram fim ao Regime Militar e a esta longa noite de terror.
Os golpistas de 1964, no entanto, nunca responderam por seus crimes. Os torturadores e assassinos da Ditadura Militar permanecem impunes e ainda contam com a conivência das elites políticas, econômicas e jurídicas brasileiras. Ainda hoje, após 24 anos do fim do período ditatorial, o Estado brasileiro resiste a abrir os ARQUIVOS DA REPRESSÃO. O Brasil não completou a sua transição democrática. Na legislação brasileira ainda há um imenso entulho autoritário, construído ilegitimamente durante a ditadura, que precisa ser desmantelado. Os movimentos sociais continuam sendo criminalizados pelo aparato repressivo do país. A doutrina de segurança nacional estabelecida durante a ditadura é a que prevalece, ainda hoje, no seio das forças de segurança. A tortura continua sendo o principal método investigatório da polícia brasileira. Os desaparecidos políticos ainda não foram localizados.
Outros países da América Latina como a Argentina, o Uruguai e o Chile, que foram vítimas de golpes militares no mesmo período, vêm passando a limpo o seu passado. Os responsáveis por crimes de lesa humanidade como a tortura, o desaparecimento político e o assassinato sob tortura vêm sendo punidos exemplarmente. Presidentes ditadores e agentes públicos da repressão estão sendo condenados e cumprem penas de prisão. Os presidentes Videla na Argentina e Bordaberry no Uruguai e o general Contreras no Chile foram condenados e presos. O presidente e general Pinochet do Chile morreu desmoralizado e sob prisão domiciliar. No Brasil, apesar de todos os males ocasionados pela ditadura militar, os responsáveis pela tortura e os assassinatos políticos permanecem impunes.
Para completar a transição democrática, o Brasil precisa instituir uma COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE E JUSTIÇA, composta por organismos governamentais e sociedade civil engajada. Os torturadores e assassinos do regime militar precisam ser responsabilizados civil e criminalmente. Os arquivos militares e civis da repressão precisam ser abertos e disponibilizados ao povo brasileiro. Os movimentos sociais precisam ser descriminalizados. A atual doutrina de segurança nacional precisa ser execrada e uma nova perspectiva precisa ser construída, à luz da democracia brasileira e dos princípios inaugurados pela Constituição de 1.988, respondendo aos novos desafios internos e externos, tendo como centros a soberania do país, o desenvolvimento e a eliminação da miséria, da fome, da mortalidade infantil e do analfabetismo.
29.3.09
Falas de Gilmar Mendes criminalizam movimentos sociais, diz MNDH
23.3.09
MNDH-RS repudia privatização das prisões
CONTRA A PRIVATIZAÇAO DAS PRISÕES:
O povo gaúcho não quer mais do mesmo!
É de conhecimento público que o sistema prisional está falido na sua função social de ressocialização. Nem a hipocrisia mais leviana consegue sustentar a máscara. Os presídios converteram-se, sim, e desde há muito, no que os velhos liberais e os novos conservadores já esperavam deles, locais para esconder o que é perigoso aos bons contratos sociais, só, nada mais! É também de conhecimento público que o Rio Grande do Sul ostenta um título nacional ultra-negativo: tem em seu território a penitenciária que apresenta as piores condições, o Presídio Central, conforme revelou a recentemente encerrada CPI do Sistema Prisional. É também conhecida a falta de ação do governo estadual para viabilizar a construção de novas unidades prisionais para fazer frente à superlotação, algumas das quais inclusive já contam com recursos disponibilizados, como é o caso do novo presídio de Passo Fundo, para citar somente um exemplo. Definitivamente, parece que o Estado do Rio Grande do Sul não tem uma política prisional. Poder-se-ia até dizer que o anúncio da privatização dos presídios soaria como declaração pública da ausência desta política. O fato é que, pelo contrário, o governo do Estado finalmente encontrou uma política para a questão prisional, abster-se de fazer política pública, entregar a responsabilidade pública à iniciativa privada.
A proposta não é nova, mesmo que venha sendo saudada inclusive por veículos de imprensa de ampla repercussão. Ela tem um DNA conhecido. Foi proposta no início dos anos 1980 pelos governos Thatcher e Reagan – quem não se lembra deles, pai e mãe das políticas neoliberais. Já foram largamente implantadas em vários países e inclusive em alguns Estados brasileiros. É uma proposta velha, no pior sentido do termo, do velho tipo! Aliás, já foi discutida inclusive no âmbito do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), órgão do Ministério da Justiça encarregado da formulação de linhas diretrizes para a área, que propôs a adoção das prisões privadas no Brasil em janeiro de 1992 – tempos áureos do neoliberalismo. Laurindo Dias Minhoto alerta que, no Brasil, a proposta de privatização do sistema prisional “[...] resulta de um intenso lobby realizado por uma empresa brasileira de segurança privada, a Pires Segurança Ltda., destinado a transpor as prisões privadas para o contexto brasileiro, a partir da manipulação seletiva da ‘experiência estrangeira’ – sobretudo da experiência norteamericana – invocada como argumento de autoridade (Privatização de presídios e criminalidade. A gestão da violência no capitalismo global. São Paulo: Max Limonad, 2000, p. 92).
José Eduardo Cardozo, no Prefácio ao livro de Minhoto já referido (2000, p. 13) diz enfaticamente que: “Nesse contexto de reestruturação econômica, portanto, em cujo âmbito o mercado é quem passa a comandar o jogo, o acesso aos serviços essenciais não depende mais de políticas governamentais, mas de contratos privados de compra e venda firmados com base no que os consumidores podem ou estão dispostos a pagar numa troca livre. Desse modo, o que era basicamente um tema de direitos humanos ou de direitos sociais é convertido numa questão de caráter meramente mercantil. Aprofundando o argumento: tudo – trabalho, terra e até seres humanos – acaba sendo reduzido ao conceito geral de mercadoria. Inclusive aqueles que, por terem transgredido as leis penais, foram condenados pela justiça”. Aliás, as palavras de Thomas Beasley, sócio fundador da privatização ilustram o que diz Cardozo e falam por si: “[...] a Corrections Corporation of America [CCA] foi estabelecida em 1983 para ‘resolver a questão penitenciária e fazer um bom dinheiro’” A empresa, segundo seu catálogo promocional, propõe-se a: “aliar os padrões mais elevados da penitenciária aos princípios comprovados da livre iniciativa” (citado por Mignoto em As prisões do mercado (Revista Lua Nova, n. 55-56, 2002).
Segundo Minhoto, em artigo já referido (2002): “[...] o experimento concreto norte-americano e britânico tem demonstrado que as prisões privadas não vêm prestando serviços necessariamente mais baratos nem tampouco mais eficientes, reproduzindo os problemas estruturais que atravessam o sistema penitenciário público tradicional. Uma longa lista de práticas ineptas pode ser detectada nos dois contextos”. Ele também alerta que a “[...] reedição high-tech do panopticon benthamiano, sob o acicate da lógica da mercadoria, tende a colocar em questão alguns dos traços centrais do Estado de Direito, tais como o monopólio estatal do uso legítimo da força e o fundamento eminentemente público do poder nos regimes democráticos, dando lugar a objeções de ordem jurídica, política, ética e simbólica”. Ora, por que achar que o que não deu certo lá pode dar certo aqui!
Assim, o Movimento Nacional de Direitos Humanos no Rio Grande do Sul (MNDH-RS) manifesta seu repúdio à proposta de privatização do sistema prisional, conclama à sociedade e suas organizações democráticas a se manifestar contra a proposta, cobra das autoridades encarregadas de promover o Estado Democrático de Direito que também reajam ao descabido da proposta e espera que o governo estadual apresente uma proposta consistente, permanente e de caráter efetivamente público para fazer frente à grave crise do sistema prisional. O MNDH-RS não quer mais do mesmo!
Coordenação Estadual do MNDH-RS
P/ Paulo César Carbonari (54 9983 4757)
Conferência e Comitê
22.3.09
Ano das conferências
20.3.09
Conselheiro do MNDH visita entidades filiadas
15.3.09
CEEDH de Maringá foi reorganizado e criou blog
12.3.09
9.3.09
Reunião de reorganização do CDH de Londrina
DIA: 14/03/09 (sábado);
HORAS: 09:30 às 11:30;
LOCAL: Sindicato dos Rodoviários - Rua Acre, 334 - Centr;
CIDADE: Londrina/PR;
PAUTA: Será deliberada e aprovada no primeiro momento da reunião.
CEEDH de Maringá marca reunião de rearticulação
Definirem um calendário anual de reuniões;
Pensarem uma pauta de estudos;
Discutirem a proposta de vinculação ao GEPPGE (Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Gestão Educacional da UEM - GEPPGE).
8.3.09
MNDH-PR encerra encontro estadual
Encontro em Maringá
6.3.09
Certificados e declarações
Adriana Souza Ferreira (2 documentos),
Ailson do Carmo de Souza (2 documentos),
Carlos A. Figueiredo (2 documentos),
Claudemir Valério Maia,
Claudinei Marcolino;
Gisele Cristiane Felipe Gomes,
Givanildo G. Bonfim,
Gizelly Bulla Gonçalves (2 documentos),
Ismael Alves da Silva,
Ivan Gonçalves Borges,
João Alves Neto,
João Flávio Borba,
José Roberto Severino,
Lucas Alves,
Marcos Correia Lourenço (2 documentos),
Maria Antonia Ferreira da Conceição,
Maria Aparecida da Silva,
Maria Aparecida Sílvia,
Maria Cota Filho (2 documentos),
Maria Lopes Otero,
Nelci Aparecida B. Rocha,
Nilo Sobral Remos,
Olímpio Luiz de Souza (2 documentos),
Olírio Rives dos Santos,
Paulo Sérgio Rodrigues Pesce,
Rosimeire Dantas Teixeira,
Valdeci de Souza Moreno,
Walter Leite da Silva.
2.3.09
Pauta do Encontro de 07 e 08 de março
Manhã:
09:00 hs : Café da manhã
09:30 hs : Reunião da Coordenação do MNDH-PR (Discussão: de assuntos internos da coordenação)
12:00 hs : Almoço
Tarde: (todos os presentes)
14:00 hs : Encontro Nacional MNDH – Brasília – 13 a 15/12/08
- Visão Geral do Encontro
- Apresentação do Protocolo da APT
- GTDHI
- Deliberações, Informes
- Assuntos gerais
15:30 hs : Café
16:00 hs : 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos – Brasília – 15 a 18/12/08
- Relato da Conferência (eixos discutidos etc...).
- Discussão da participação do MNDH e MNDH - PR
- Manifestação de cada representante de entidade filiada ao MNDH-PR presente a Conferência, com breve relato e análise da experiência vivida.
18:00 hs : Encerramento dos trabalhos do dia.
19:30 hs : Jantar
Confraternização (livre)
Opcional: vídeo - Programa “Aqui entre nós”
Dia 08 – Domingo:
Manhã: 09:00 hs : Café da manhã
09:30 hs : O MNDH-PARANÁ:
- Apresentação Geral do Movimento
- Apresentação, por cada representante presente da realidade de sua entidade no momento,com detahes do nº de participantes, atuação, situação financeira, necessidades básicas, planos p/ 2009
- Realidade atual do MNDH-PR:
- número de entidades filadas realmente atuantes
- situação financeira
- opções para reverter a situação (levantar fundos)
- projetos em andamento
12:00 hs : Almoço
- Abordagem de novas entidades para filiação
- como fazer?
- quais materiais a serem utilizados para tal ?
- quais os critérios a serem obedecidos ($$$)?
- Pensando a Assembléia Estadual
- Pensando a Assembléia Regional
- Processo de Formação:
* planejada e contínua
* sugestão de temas dentro da realidade dos filados
* elaboração de cronograma (periodicidade, recursos,
* locais, datas, palestrantes, etc...)
- Assuntos Gerais
16:00 hs: Enceramento
19.2.09
COPED Paraná elege novo vice-presidente
Nesta segunda (16/02), na CODIC, em Curitiba-Paraná, aconteceu à primeira reunião ordinária de 2009 do COPED (Conselho Permanente de Direitos Humanos do Paraná), com vários pontos de pauta, entre eles a eleição do novo vice-presidente. A então presidente em exercício, Santa de Souza, que deixou a vice-presidência, deu inicio à reunião com as boas vindas a todos(as) e em seguida passou ao processo eletivo de um vice que a substituísse.O MNDH–Paraná deseja sucesso ao novo vice-presidente do COPED, Paulo Cezar Pedron, assim como aos demais conselheiros(as).
14.2.09
07 e 08 de março: Encontro do MNDH-Paraná
LOCAL: Rua Amália Carzone Baltazar, 226 - Jardim Rebouças - Chácara Vedruna – após a PUC (antiga Faculdade Nobel).
AOS QUE PERNOITARÃO NO LOCAL: Levar lençóis, travesseiro, toalhas e pertences de asseio pessoal (O Projeto Vedruna disponibiliza apenas colchão).
COMO CHEGAR AO LOCAL DE ÔNIBUS: No terminal da rodoviária, pegar o ônibus 735 e pedir para descer no primeiro ponto ao entrar no Jerdim Rebouças. Do ponto de ônibus seguir até o final da quadra e virar a direita, logo se vê o muro da chácara, pintado os oito jeitos de mudar o mundo.
COMO CHEGAR AO LOCAL DE CARRO: Seguir pela Avenida Mandacaru até o Jardim Rebouças – após a PUC (antiga Faculdade Nobel) e entrar à esquerda. A Chácara Vedruna – salvo engano – é a quarta chácara do lado direito da rua. No muro da chácara estão pintados os oito jeitos de mudar o mundo.
DESPESAS DE VIAGEM: Passagens e alimentação durante o trajeto para o encontro devem ser custeadas pela entidade ou participante do evento.
EM CASO DE DIFICULDADES PARA CHEGAR À CHÁCARA: Ligar para irmã Verônica (44) 9962-4946 ou Elias (44) 9952-0877.
30.1.09
Participe ao vivo do Fórum Social Mundial
CDH de Londrina reinicia atividades.
Após ficar inativo por alguns anos, o Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH-Londrina) retoma as atividades. A decisão ocorreu quarta-feira (28/01) em reunião na sede da OAB de Londrina, com a presença de vários representantes de entidades, entre elas o Centro de Estudos Políticos e Culturais Ernesto Che Guevara de Londrina; Fábrica do Teatro do Oprimido de Londrina; Comissão de Direitos Humanos da OAB e MNDH-Paraná.O CDH atuará por comissões e a atividade inicial será acompanhar o processo eleitoral marcado pela Justiça Eleitoral para eleição do prefeito de Londrina. O MNDH Paraná parabeniza o reinício do CDH.
Reunião da coordenação do MNDH/PR, em 31/01/2009
REUNIÃO: 31/01/2009;
HORAS: 14 horas;
LOCAL: Colégio Santa Cruz – Av. Brasil, 53 e 54;
CIDADE: Maringá/PR;
COMO CHEGAR NO LOCAL: A entrada para a reunião será pela Rua Antonio Otavio Scramim, ao lado do Colégio Geraldo Braga;
REFERÊNCIA DO COLÉGIO: Praça do Peladão.
27.1.09
Advogado de entidade do MNDH é assassinado na Paraíba
Dois homens com seus rotos protegidos por panos renderam todos que estavam com Manoel Mattos e diante de deles disseram: "é com você mesmo..." e dispararam dois tiros, o primeiro de doze a queima roupa dilacerou o seu coração e o segundo quando estava tombado, na cabeça. Na sexta-feira, será realizada a Missa de 7º dia e esperam-se centenas ou milhares de pessoas de vários estados.
Manoel Mattos era um advogado militante dos direitos humanos, defensor dos trabalhadores, em particular atuou nos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais da Mata Norte. Fundou o PT no município de Itambé-PE, foi vereador e presidente da Câmara Municipal daquela cidade e era 2º vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco. No período da atuação da CPI da Violência ele foi um dos que denunciaram grupos de extermínio, com participação de policiais militares, que atuavam na região de fronteira entre Pernambuco e Paraíba.
Em função desta sua militância corajosa, viveu um período recente sob proteção policial, pois as ameaças de morte eram constantes. Por volta de um ano atrás a proteção policial foi desativada e agora tivemos este desfecho trágico.

Por conta de o crime ter ocorrido no território da Paraíba, competirá à polícia daquele estado a investigação e apuração.
Desmilitarização das policias militares estaduais
1) um maior controle social sobre as instituições responsáveis pela segurança e sobre as atividades policiais, reduzindo as arbitrariedades policiais;
2) a melhoria das condições de trabalho do policial, uma vez que reduz desigualdades oriundas da rígida hierarquia militar;
3)uma objetiva definição sobre o papel do exército e das polícias em uma sociedade democrática, evitando assim a sobreposição de atividades - tais quais se apresentam nos artigos 42, §1o., 142, §§2o. e 3o, da CF/1988.
Considerando a urgência de uma reforma estrutural das polícias em nosso país, que passa necessariamente pela sua desmilitarização e desvinculação do Exército, por meio de alteração do artigo 144 da Constituição Federal de 1988, bem como dos artigos acima mencionados.
Interessados em conhecer e assinar proposta de desmilitarização, clique AQUI.
21.1.09
Resumo do Encontro do MNDH-PR de 2008
O encontro iniciou-se pelo estudo do texto “Os Direitos Humanos e a Constituição de 1988” de autoria de João Baptista Herkenhoff, por meio de leitura com comentários dos participantes.
Ressaltou-se a beleza da letra da Carta Magna e a distância da concretização da mesma.
Necessidade de desmistificar que Direitos Humanos servem apenas para defender bandidos e ações que podem contribuir para diminuir este estigma. Que a Constituição Federal (CF) também enfoca os direitos e deveres do Estado para os cidadãos, mas que na prática, esses direitos estão indisponíveis a muitos cidadãos, principalmente para a maioria que não detém o capital econômico, exemplificando contrato de trabalho entre empregador e empregado, onde este se sujeita ser escravo do primeiro, o que é inconstitucional.
A leitura do texto possibilitou o entendimento da necessidade de ações de proteção aos integrantes dos defensores dos Direitos Humanos.
Após o estudo, os participantes realizaram discussão sobre a Conferência Nacional de DH, avaliação sobre 2008 e planejamento de 2009. Tratando-se da avaliação de 2008, constatou-se ter ocorrido apenas um curso de formação, observando-se a necessidade de reorganizar melhor essa atividade de formação.
No planejamento para o ano de 2009 foi discutido sobre as dificuldades financeiras das entidades participantes para participarem das reuniões ou cursos de formação.
Ouve a sugestão de que as entidades se cadastrassem no Ministério da Justiça como OSCIPs, como entidades sem fins lucrativos para que o Ministério analise-as e entregue um credenciamento, Selo, podendo receber financiamento de programas.
Sugeriu-se de que as entidades com dificuldades devem entrar em contato com o MNDH-RS, que orientam os caminhos do financeiro.
Ficou evidente a necessidade da organização de cafés da manhã, setoriais, ficando responsável em Maringá (Eva); Londrina e Cambé (Clóvis); Pato Branco (Beloni) e Curitiba (Luís).
Por fim, acordou-se entre os presentes que no mês de março de 2009 será realizado um Encontro Estadual com as entidades filiadas ao MNDH-Paraná para discutir o MNDH no Estado.
15.1.09
Mais uma liderança indígena é assassinada
23.12.08
FELIZ NATAL E EXCELENTE 2009
10.12.08
A Declaração Universal 60 anos depois
CONSIDERANDO que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da familia humana e seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, CONSIDERANDO que o desprezo e o desrespeito pelos direitos do homem resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade, e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade, CONSIDERANDO ser essencial que os direitos do homem sejam protegidos pelo império da lei, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão, CONSIDERANDO ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos do homem e da mulher, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, CONSIDERANDO que os Estados Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades fundamentais do homem e a observância desses direitos e liberdades, CONSIDERANDO que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,
A Assembléia Geral das Nações Unidas proclama a presente "Declaração Universal dos Direitos do Homem" como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.
Artigo 2
Artigo 3
Artigo 5
Artigo 6
Artigo 7
Artigo 8
Artigo 9
Artigo 11
Artigo 12
Artigo 13
Artigo 14
Artigo 15
Artigo 16
Artigo 17
Artigo 19
Artigo 20
Artigo 22
Artigo 23
Artigo 24
Artigo 25
Artigo 26
Artigo 27
Artigo 28
Artigo 29
Artigo 30
23.11.08
Seminário sobre Mulheres Negras
Mobilização para o encontro estadual
Clóvis Pereira solicita que as entidades confirmem os participantes para que o CDH de Apucarana possa recepcionar a todos (cafés e almoço), evitando surpresas de última hora. Maiores detalhes sobre o local e a pauta, encontra-se abaixo.
14.11.08
Local do Encontro do MNDH-PR, em Apucarana, dia 29/11/2008
28.10.08
Justiça condena entidade de Direitos Humanos
A condenação decorre de texto contido no site do GTNM/RJ, no qual a entidade buscou repercutir a denúncia feita por Carlos Abel Dutra Garcia que declarou ter sido preso em 20 de agosto de 1996, em flagrante abuso de autoridade dos policiais federais, que o conduziram para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro e, posteriormente, o agrediram.
O Judiciário entendeu que o GTNM/RJ teria extrapolado no relato dos fatos, acusando os policiais federais da prática de tortura sem que estes tenham sido condenados. O processo foi arquivado sem que se entrasse no mérito da questão. Por esse motivo, foi necessário depositar em juízo a quantia de R$ 46.541,72 (quarenta e seis mil e quinhentos e quarenta e um mil reais e setenta e dois centavos), paga da seguinte forma: a primeira parcela em 11/05/07, no valor de R$ 13.962,50, e 06 parcelas de R$ 5.429,87, pagas em 11/06/07, 11/07/07, 09/08/07, 11/09/07, 11/10/07 e 12/11/07.
Apesar dos apoios e doações recebidas, até o presente momento não se conseguiu estabilizar as finanças. Assim, uma série de medidas serão tomadas para contenção de despesas como a suspensão e distribuição de nosso jornal trimestral, publicado desde 1986, dentre outras atividades.
Prêmio Nacional de Direitos Humanos
1. Santa Quitéria do Maranhão - erradicação do sub-registro de nascimento;
2. Dorothy Stang - defensor de direitos humanos;
3. Enfrentamento à Violência;
4. Enfrentamento à Pobreza;
5. Igualdade de Gênero;
6. Igualdade Racial;
7. Garantia dos Direitos das Pessoas com Deficiência;
8. Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente;
9. Garantia dos Direitos da Pessoa Idosa;
10. Educação em Direitos Humanos;
11. Erradicação do Trabalho Escravo.
19.10.08
Encontro das filiadas em Apucarana
Conselheiro do MNDH reune-se com entidades de Apucarana
13.10.08
Em Cambé, três vereadores eleitos são portadores de deficiência
3.10.08
Mostra de Cinema e Direitos Humanos
10.9.08
Delegados da sociedade civil do Paraná à Conferência Nacional de DH
A VIII Conferência Estadual de Direitos Humanos do Paraná, realizada nos dias 30 e 31 de agosto de 2008, em Curitiba, elegeu os delegados (titulares e suplentes) à Conferência Nacional a ser realizada em Brasília/DF, entre 15 e 18 de dezembro deste ano. Eis os titulares e suplentes da sociedade civil:
TITULARES – COTAS GRUPOS VULNERAVEIS DA SOCIEDADE CIVIL
1. Alcione Ferreira da Silva - Palmas/PR - Comunidade Quilombola;
2. Ismael Kluster - Ponta Grossa/PR - Povos Tradicionais Faxinalenses;
3. Misael Jéfferson Nobre - Querência do Norte/PR - Povos Tradicionais (Ilhéus);
4. Samuel Dina – Paranaguá/PR - Povos Pescadores;
5. Roberto de Paula – Curitiba/PR – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra;
6. Leonete Maria Spercoski Ribas – Curitiba/PR - LGBT / Aliança;
7. Eloy Jacinto – Maringá/PR – Povos Indígenas (filiada ao MNDH);
8. Reginaldo Mariano Santos – Cascavel/PR – Pessoa com Deficiência;
9. Marizete de Fátima Rodrigues - Santa Terezinha do Oeste/PR - Pessoas com Deficiência;
10. Rose – Curitiba/PR – Pessoa Idosa.
SUPLENTES – COTAS GRUPO VULNERAVEIS – SOCIEDADE CIVIL
1. Ilvio Pedroso de Oliveira – Candói/PR – Comunidade Quilombola;
2. Tarcisio Maistrovcz – Prudentópolis - Povos Tradicionais Faxinalenses;
3. Claudia Gusmão – Curitiba/PR - Associação Arnaudo Gilbert;
4. Jovina Rena-ga Donato de Oliveira – Curitiba/PR - Povos Indígenas;
5. Rodrigo de Freitas Barbieri – Curitiba/PR - Grupo Esperança;
6. Belarmina Luiz Paraná – Curitiba/PR - Povos Indígena (Xetà);
7. Jorge Roberto Pacifico – Sarandi/PR - Conselho da AFINS/Pessoa com Deficiência;
8. Terezinha Aparecida de Lima – Curitiba/PR - Instituto Brasileiro dos deficientes Visuais.
TITULARES – SOCIEDADE CIVIL – GERAL
1. Marcio da Silveira Marins – Curitiba/PR – Dom da Terra;
2. Silvana Prestes Araújo – Curitiba/PR - Sindicato de Educação do Paraná;
3. Gisele Luiza B. dos Santos Cassano – Curitiba/PR – Terra de Direitos;
4. Luiz Antonio Tannous – Curitiba - Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) (filiada ao MNDH);
5. Maria de Lourdes Santa de Souza – Curitiba/PR - ACNAP - Associação Cultural de Negritude e Ação Popular;
6. Elizete Sant`Annade Oliveira – Curitiba/PR - Pastoral do Migrante;
7. Yeda Michetti – Curitiba/PR – Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDEHA) (filiada ao MNDH);
8. Luiz Antonio de Oliveira Rosa – Curitiba - Centro de Estudo Che-Guevara;
9. Sandra Dolores de Paula Lima – Curitiba/PR - Fênix - Fórum Estadual DST/Aids;
10. Elza Maria Campos – Curitiba/PR - União Brasileira de Mulheres;
11. Clovis Pereira – Londrina/PR – Associação dos Deficientes Visuais de Londrina e Região (ADEVILON) (filiada ao MNDH);
12. Felipe Rafael Lima dos Santos – Cascavel/PR – ACES/Movimento Estudantil;
13. Belony Maria Balland – Pato Branco – Centro de Direitos Humanos de Pato Branco (CDH) (filiada ao MNDH);
14. Stanley Kennedy Garcia – Londrina/PR - ADESCESC;
15. Eva dos Santos Coelho – Maringá/PR – União e Consciência Negra (AUCN) (filiada ao MNDH);
16. Ivo Maia Pereira – Apucarana/PR – Centro de Direitos Humanos de Apucarana (CDH) (filiada ao MNDH);
17. Kiyomi Hirose – Maringá/PR - Centro de Direitos Humanos de Maringá (CDH) (filiada ao MNDH);
18. Nelma de Fátima Freitas – Cambe/PR – Associação Refúgio;
19. Josinaldo da Silva Veiga – Londrina/PR – Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH) (filiada ao MNDH);
20. Salete Eduardo de Souza – Sarandi/PR – Centro de Direitos Humanos de Sarandi (CDH).
SUPLENTES – SOCIEDADE CIVIL- GERAL
1. Daraci Rosa Santos – Curitiba/PR - Conselho Regional de Assistente Social;
2. Elaine Aparecida Batista – Curitiba/PR – ENESSO;
3. Jorge Ram – Curitiba/PR – Amigo das Águas;
4. Guilerme Azevedo do Valle – Curitiba/PR - Conselho Regional de Psicologia;
5. Natalia de Lima Bueno Kenyon – Curitiba/PR - Fórum de Educação;
6. Maria de Lourdes Nascimento – Maringá/PR - Casa de Candomblé;
7. zaira Pandinha Pereira – Curitiba/PR - Rede de Mulheres Negras Paraná;
8. Celestino Denardim – Braganey - Apae de Braganei;
9. Suely Conceição Catarin Andrade – Maringá/PR - Projeto Santa Cruz- Mães Vítima de Violência (filiada ao MNDH);
10. Elizete Moretti dos Santos – Apucarana/PR - CDH–Centro de Direitos Humanos de Apucarana (filiada ao MNDH);
11. Rubervandro Carlalie di Prieto Faria - Braganey/PR - Associação Moradores Comunidade Bragantina;
12. Carlos Henrique Santana – Londrina/PR - Centro de Estudo Che-Guevara de Londrina;
13. Rogério Nunes – Curitiba/PR - CPT- Comissão Pastoral da Terra;
14. Alceu Mocelin Junior – Ameisrael;
15. Jorge Fonseca de Moraes – Curitiba/PR - APPAD – Associação da Parada da Diversidade;
16. Carla Amaral (Marcelo Renato do Amaral ) – Curitiba/PR - Transgrupo Marcela Prado;
17. Rosana Vicenti Gnipper – Curitiba/PR - UNEAP - Eco Força.
7.9.08
A coordenação do MNDH-PR e as eleições/2008
4.9.08
Desrespeito sobre portadores de deficiência na Conferência no Paraná
29.8.08
Conferências no Paraná
23.8.08
Nota 10
"A análise das ações e relações dos movimentos sociais constitui-se num dos desafios das ciências sociais contemporâneas. Agrega-se a esse desafio, reconhecer que os direitos humanos são oriundos das ações e relações estabelecidas pelos indivíduos que, por compartilharem do mesmo sentido, organizam-se em grupos. Foi com essa perspectiva, que o presente trabalho analisou a atuação da coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos - MNDH, durante o período de 2001 a 2007, a partir do desenvolvimento da ação prioritária "Sistema Nacional de Direitos Humanos", e comprovou que essa atuação contribuiu para a promoção dos direitos humanos no RS. Para tanto, foram identificadas as ações e relações decorrentes da ação prioritária, que a coordenação estadual realizou, apoiou e participou e, delas foram extraídos os resultados obtidos. Ressalta-se que, o significado de promoção empregado nessa análise, é o de capacidade de divulgar, de fazer com que, muitas pessoas conheçam determinada coisa. Para compreender o agir de uma organização, e consequentemente suas relações, é necessário conhecer sua história, sua estrutura institucional e organizacional. É o que foi feito a respeito do Movimento Nacional de Direitos Humanos e de sua proposta de criar um "Sistema Nacional de Direitos Humanos". A título de conhecimento, foram descritas outras ações do MNDH, desenvolvidas no período pesquisado. Em grande parte do trabalho, fez-se um exercício de comparar o sentido da ação em direitos humanos e da relação social estabelecida pelos movimentos sociais, em seus aspectos conceituais e históricos, com a teoria de ação e relação social de Max Weber, expressa em sua sociologia compreensiva".
18.8.08
As inscrições da Conferência foram adiadas até dia 25
Pré-Conferência de Direitos Humanos de Curitiba
14.8.08
Conferência Estadual - Ficha de Inscrição
5.8.08
Conferência da Pessoa com Deficiência
1.8.08
Dia 16: Pré-conferência de DH de Curitiba
31.7.08
Programação da VIII Conferência Estadual de Direitos Humanos – Paraná 2008
A Conferência terá como tema: “Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos: Superando as Desigualdades” e realizará uma revisão e atualização dos Programas Estadual e Nacional de Direitos Humanos.
Os detalhes sobre os objetivos, critérios de participações, inscrições, delegação, programação completa e contatos, estão disponíveis nos anexos do MNDH-PR, aqui: http://anexosmndhparana.blogspot.com/2008/07/programao-da-viii-conferncia-estadual.html
29.7.08
Eleições - prefeito de Maringá foi impugnado
Conferência da Pessoa com Deficiência
26.7.08
Belony Balland: nova coordenadora de Pato
21.7.08
A Pré-conferência de Londrina
18.7.08
Pedido de ajuda
Londrina sediará pré-conferência
O evento ocorrerá no Centro Municipal de Educação Infantil Valéria Veronézi (Super Creche) - ao lado do Terminal Urbano, na Rua Beijamim Constant, 800 - centro de Londrina e podem participar entidades e movimentos da sociedade civil, além de representantes dos governos municipais que desenvolvem ações de direitos humanos. Mais informações, AQUI.
15.7.08
Paraná realiza Seminário sobre ECA
Maringá sediará Seminário Estadual sobre os 18 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), nos dias 30 e 31 de julho e contará com participação de representações de todo o Estado. O evento será realizado no Auditório Marista, em Maringá/PR e é aberto a qualquer pessoa interessada no tema. Não há limite de inscrição por município, podendo participar quantos queiram. As despesas com locomoção, hospedagem e alimentação são por conta do participante.O valor da inscrição R$ 15,00 é para cobrir parte das despesas de organização do evento e os interessados em participar, basta efetuar a inscrição preenchendo os dados (nome, cidade, RG e e-mail), fazer o depósito R$ 15,00 no Banco SICREDI (748), Agência 0710 - conta 17376-2 em nome de Associação Paranaense de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. NÃO ESQUECER DE ENVIAR FICHA E COMPROVANTE POR E-MAIL (fdcapr@yahoo.com.br) OU FAX (45) 30252440. Não havendo SICREDI na cidade, pode depositar na CEF (104) - agência 0589 - conta 3312-8 - Associação de Proteção a Vida. As inscrições somente serão aceitas até o dia 25/07 (sexta-feira) após essa data não será mais possível.
30/07 – Tarde: “Participação da sociedade civil no processo de construção da política de direitos da criança e do adolescente” – Marcos Antonio da Silva Souza e Valtenir Lazzarini. O objetivo é apresentar o trabalho que os movimentos sociais promovem para a defesa dos direitos da criança e do adolescente.
31/07 – Manhã: “Contextualização dos direitos fundamentais” – José Luiz Guimarães, Vera Lucia Tieko Suguihiro e Geonanio Edervaldo Rossato. Os expositores procurarão contextualizar os direitos fundamentais defendidos no Estatuto e problematizar a questão das políticas públicas para criança e o adolescente. Um apanhado geral em políticas públicas para a área focalizando, por fim, nos direitos fundamentais. Áreas de discussão: Psicologia, Assistência Social e Ciências Sociais (conforme palestrantes).
31/07 – Tarde: “Os cinco direitos fundamentais: avanços e desafios” – MESA REDONDA: (Ministério Público; CEDCA; Poder Executivo: Gestor Municipal e Estadual; Poder Legislativo Estadual e Poder Judiciário). Os debatedores apresentarão o trabalho dos órgãos governamentais e não-governamentais responsáveis pela defesa e proteção dos direitos da criança e do adolescente. Os avanços e desafios de cada órgão para a garantia dos direitos e efetivação de políticas públicas na área da infância e adolescência.
14.7.08
Governador do Paraná convoca Conferência de DH
O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 87, inciso V, da Constituição Estadual, tendo em vista o disposto na Lei n° 11.070, de 16 de março de 1995, e em consonância com o Decreto Presidencial de 29 de abril de 2008, que convoca a 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, a realizar-se no período de 15 a 18 de dezembro de 2008, em Brasília – DF,
DECRETA:
Art. 1° Fica convocada a VIII Conferência Estadual dos Direitos Humanos, que será realizada nos dias 30 e 31 de agosto de 2008, sob coordenação da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania, em conjunto com as Secretarias de Estado, com os objetivos de:
I - formular propostas para a revisão e atualização do Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH, instituído pelo Decreto nº 1.904, de 13 de maio de 1996, revisado pelo Decreto nº 4.229, de 13 de maio de 2002, bem como contribuir para a formulação de uma Política Nacional de Direitos Humanos que incorpore os compromissos e responsabilidades dos órgãos da administração pública e dos segmentos da sociedade civil;
II - promover a mobilização e articulação de cada um dos diferentes campos de atuação do Poder Público com o objetivo de discutir o PNDH e recomendar a inserção da temática de promoção e de proteção dos Direitos Humanos em suas ações, em respeito aos compromissos internacionais formalmente assumidos pelo Estado brasileiro; e
III - formular propostas para a revisão e atualização do Programa Estadual de Direitos Humanos.
Art. 2° A VIII Conferência Estadual será presidida pelo Conselho Permanente de Direitos Humanos do Paraná.
Art. 3° A VIII Conferência Estadual terá a participação de delegados/as representantes da sociedade civil e de delegados/as representantes do poder público, na proporção de sessenta e quarenta por cento, respectivamente.
Art. 4º O Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania constituirá, mediante Resolução, a Comissão Organizadora da Conferência Estadual, com vistas à elaboração do Regimento Interno e de orientação para a Conferência Estadual, assim como ao acompanhamento da organização do encontro.
Art. 5º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.
Curitiba, em 3 de julho de 2008, 187° da Independência e 120° da República.
ROBERTO REQUIÃO,
Governador do Estado
JAIR RAMOS BRAGA,
Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania
RAFAEL IATAURO,
Chefe da Casa Civil
Conferência Nacional
Pré-Conferência de Sarandi
A Pré-Conferência de Direitos Humanos, em Sarandi, no dia 12 de julho, foi desenvolvida com trabalhos em grupos sobre as políticas públicas existentes e sugestões de propostas que farão parte na Conferência Estadual. Mais fotos, AQUI.Londrina e a pré-conferência
QUEM PODE PARTICIPAR: Entidades e movimentos da sociedade civil e representantes dos governos municipais que desenvolvem ações de direitos humanos.
a) Proteção do direito à vida e à saúde: segurança pública, a luta contra a impunidade, o direito à saúde, o direito ao meio ambiente.
b) Proteção do direito à liberdade e à informação: a liberdade de expressão, a democratização dos meios de comunicação social, o direito à informação, a privação da liberdade.
c) Direito à moradia adequada e ao trabalho: a habitação, agricultura e reforma agrária, além do direito ao trabalho.
d) Direitos humanos, direitos de todos: gênero e sexualidade, organização comunitária, educação, direitos econômicos, cultural, civis, políticos e sociais.
OBJETIVO DA PRÉ-CONFERÊNCIA: Em preparação à Conferência Estadual a ser realizada em Curitiba nos dias 30 e 31 de agosto do corrente e à Conferência Nacional de Direitos Humanos a ser realizada em Brasília, entre 15 e 18 de dezembro de 2008.
9.7.08
Pré-Conferência em Sarandi
3.7.08
Povo Marcado - Cadeia Feminina
Carta a Vannuchi
Radicalização dos Direitos Humanos
2.7.08
Mapa da situação das entidades do Paraná
26.6.08
Perseguição política
25.6.08
Setor de Direitos Humanos do MST pede socorro
Entidades de direitos humanos,
Parlamentares, cidadãos do mundo!
Vimos a vossa presença para lhes pedir solidariedade. Nosso movimento está sofrendo uma verdadeira ofensiva de forças conservadores no Rio Grande do sul, que não só não querem ver a terra dividida, como manda a constituição, mas querem criminalizar os que lutam pela reforma agrária e impedir a continuidade do MST.
Para tanto essas forças políticas que defendem na verdade poderosos interesses dos grupos econômicos de empresas transnacionais que estão se instalando no estado para controlar a agricultura e os latifundiários, estão representadas hoje no governo da sra. Yeda Crusius, na Brigada Militar, no poder judiciário local e no poder do monopólio da mídia.
O que pedimos a vocês?
a) Que enviem cartas de protesto para a Governadora Yeda Crusius, e ao procurador geral de Justiça, que é nomeado pela governadora e coordena o Ministério Publico Estadual.
Há em anexo um modelo de carta. Mas se preferirem, usem de vossa criatividade.
b) Que todas as mensagens enviadas a autoridades, nos enviem copias para setor de direitos humanos do MST nacional dhmst@uol.com.br e para setor de imprensa imprensa@mst.org.br
Muito obrigado, por tudo
Juvelino Strozake
Setor de direitos humanos - MST/ nacional
A violência de Estado contra os movimentos sociais foi tema da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, nesta terça-feira (24). No encontro, os senadores, os deputados federais e estaduais assistiram ao vídeo com treze atos de violência, agressão e repressão aos movimentos sociais. O deputado Dionilso Marcon (PT) relatou a violência e a brutalidade utilizada pelo comando da BM contra os manifestantes no dia 11 de junho, no Parque da Harmonia e em mais 12 eventos recentes. No relato, o comandante da BM declarou publicamente que os manifestantes eram baderneiros e o comando da BM impediu que prosseguissem até o Palácio Piratini, aonde ocorria uma grande manifestação contra a corrupção no governo Yeda.O ponto alto da audiência foi a divulgação da ata do Conselho Superior do Ministério Público que deliberou a formulação de uma política de intervenção do MP pelo fim do MST, de suas escolas, pela investigação do Incra, da Conab e da Via Campesina. Em determinado trecho o MP indica a investigação e a criminalização do MST. O documento de três páginas sugere o impedimento de marchas, de deslocamentos dos agricultores, assim como a desativação de acampamentos. Também sugere o cancelamento do alistamento eleitoral dos agricultores sem terra nas regiões em conflito e a formulação de uma política oficial do MP com a finalidade de "proteção da legalidade no campo".

Segundo o deputado Marcon a divulgação do documento do MP e as ações da BM comprovam que a Constituição Federal está sendo violada. Segundo ele, o documento descoberto pelos movimentos sociais aponta vários níveis gradativos de repressão: O primeiro, segundo a denúncia dos movimentos, seria a identificação, grampeamento telefônico e de mails de manifestantes, lideranças e de parlamentares; o segundo, com a prática de violência com o uso de gás e balas de borracha, tropas de choque, prisão de manifestantes; num terceiro e último estágio seria a proibição de existência legal de associações e a mudança na legislação penal.
Presente na audiência, o bispo de Santa Cruz do Sul , Don Sinésio Bohn afirmou que a Igreja está ao lado dos pobres, assim como Jesus Cristo o fez e que por isso estava ali junto dos trabalhadores. Os senadores receberam o documento com as denuncias e ficaram perplexos com as imagens de violência e com as declarações do comando da BM e da governadora sobre a operação no Harmonia.
A deputada Federal Maria do Rosário (PT) afirmou que o documento do MP sugere a suspensão da Constituição e de direitos fundamentais da cidadania e dos direitos Humanos. "O MP deveria investigar os R$ 650 mil desviados pela Confederação Nacional da Agricultura que utilizou os recursos na campanha dos ruralistas da senadora Kátia Abreu", destaca Rosário. Outro absurdo do documento do MP , segundo Rosário, é a sugestão de cancelamentos do direito de voto dos eleitores do MST nas áreas de acampamento. A coordenação estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) no Rio Grande do Sul divulgou nota oficial, na semana passada, denunciando as recentes ações da Brigada Militar e os argumentos utilizados pelo Ministério Público gaúcho para a execução do despejo de dois acampamentos no interior do Estado. Segundo a nota, "os métodos e argumentos do Ministério Público e da Brigada Militar ressuscitaram a ditadura militar no Rio Grande do Sul".
Fizeram parte da diligência o presidente da CDH, senador Paulo Paim, o senador José Nery, senador Flávio Arns, membros da CDH da Assembléia Legislativa do Estado e da Câmara de Vereadores de Porto Alegre.
Comitê de Apoio à Reforma Agrária
De acordo com João Flávio Borba, da Escola Agrícola Milton Santos, “a Reforma Agrária no Brasil vem sofrendo nas últimas décadas seguidos ataques da ferramenta ideológica neoliberal, que defende com unhas e dentes o Agronegócio”. Segundo Borba o Agronégocio é comprovadamente gerador da expulsão de diversos populares do campo, levando à miséria social, aumento de violência, concentração de riqueza e agressão à biodiversidade”.




