9.7.09
Reunião do CEEDH-Maringá, em Nova Esperança-PR
6.7.09
Vídeo educativo
4.7.09
MNDH-PR participou do Seminário "Justiça Para Todos"
Um dos assuntos defendidos foi a regulamentação da Defensoria Pública do Estado, conforme estabelece a Constituição Federal e que até o momento tem sido um descaso por parte do Estado do Paraná, mesmo sendo uma necessidade e cobrança da sociedade.
Durante a abertura do Seminário, o representante do Ministério da Justiça, Marcelo Scarbona, afirmou que “o Ministério da Justiça tem toda a disposição de ajudar e oferece os recursos do Pronasci”, para que a Defensoria Pública seja estruturada. Mais que isso. A Defensoria Pública é um direito da população carente e o MNDH-PR defende que sua criação seja prioridade do governo estadual, visto ser uma discussão que, no Paraná, faz parte da agenda do governo e cobrança das organizações sociais e do Ministério Público, desde a promulgação da Constituição Federal aprovada em 1988. É como afirmou o procurador de Justiça do Paraná, Olympio de Sotto Maior Netto: “É inadmissível que tenhamos uma Constituição denominada de Cidadã e que ainda uma grande parcela da população continue afastada do exercício dos direitos prometidos por ela”.
2.7.09
CONANDA SE POSICIONA CONTRA TOQUE DE RECOLHER
O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), principal órgão nacional do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, no uso de suas atribuições legais de deliberar e fiscalizar as políticas nacionais para a infância e juventude, reunido em sua 175º Assembléia Ordinária, aprova o presente parecer contrário ao procedimento denominado Toque de Recolher - proibição de circulação de crianças e adolescentes nas ruas no período noturno-, adotado em algumas cidades do País, por meio de portarias de Juízes da Infância e Juventude.
- As portarias judiciais não podem contrariar princípios constitucionais e legais, como o direito à liberdade, previsto nos artigos 5 e 227 da Constituição Federal Brasileira, e nos artigos 4 e 16 do ECA - direito à liberdade, incluindo o direito de ir, vir e estar em espaços comunitários;
- Os artigos 145 a 149 do ECA dispõem sobre as competências e as atribuições das Varas da Infância e Juventude. Os artigos citados não prevêem a restrição do direito à liberdade de crianças e adolescentes de forma genérica, e sim restrições de entrada e permanência em certos locais e estabelecimentos, que devem ser decididas caso a caso, de forma fundamentada, conforme o artigo 149;
- O procedimento contraria a Doutrina da Proteção Integral, da Convenção Internacional dos Direitos da Criança, em vigor no Brasil por meio da Lei 8.069 de 1990 (ECA) e a própria Constituição Federal Brasileira, tendo em vista a violação do direito à liberdade. A apreensão de crianças e adolescentes está em desconformidade com os requisitos legais por submeter crianças e adolescentes a constrangimento, vexame e humilhação (arts. 5 e 227 da CF e arts. 4, 15, 16, 106, 230 e 232 do ECA). Volta-se a época em que crianças e adolescentes eram tratados como “objetos de intervenção do estado” e não como “sujeitos de direitos”. A medida significa um retrocesso, tendo em vista que nos remete à Doutrina da Situação Irregular do revogado Código de Menores e a procedimentos abusivos como a “Carrocinha de Menores” e outras atuações meramente repressivas executadas por Comissariados e Juizados de Menores;
- Em muitos casos, a atuação dos órgãos envolvidos no Toque de Recolher denota caráter de limpeza social, perseguição e criminalização de crianças e adolescentes, sob o viés da suposta proteção;
- Não se verifica o mesmo empenho das autoridades envolvidas na decretação da medida aludida em suscitar a responsabilidade da Família, do Estado e da Sociedade em garantir os direitos da criança e do adolescente, conforme dispõe o ECA. Inclusive, a própria legislação brasileira já prevê a responsabilização de pais que não cumprem seus deveres, assim como dos agentes públicos e da própria sociedade em geral. No mesmo sentido, por que as autoridades envolvidas no Toque de Recolher não buscam punir os comerciantes que fornecem bebidas alcoólicas para crianças e adolescentes ou que franqueiam a entrada de adolescentes em casas noturnas ou de jogos, ou qualquer adulto que explore crianças e adolescentes?
- Nenhuma criança ou adolescente deve ficar em situação de abandono nas ruas, em horário nenhum, não só durante as noites. Para casos como esses, assim como para outras situações de risco, o ECA prevê medidas de proteção (arts. 98 e 101) para crianças, e adolescentes e medidas pertinentes aos pais ou responsáveis (art. 129);
- Os Conselhos Tutelares são órgãos de proteção e defesa de direitos de crianças e adolescentes (arts. 131 a 136 do ECA) e não de repressão ou punição. O Fórum Colegiado Nacional dos Conselhos Tutelares já se manifestou contrariamente ao Toque de Recolher;
- A polícia não deve ser empregada em ações visando o recolhimento de crianças e adolescentes. Nesse sentido, o Estatuto e a normativa construída nos últimos 19 anos prevêem a necessidade de programas de acolhimento com educadores sociais que façam a abordagem de crianças e adolescentes que se encontrem em situação de rua e/ou de risco. Muitas vezes, os abusos sofridos nas próprias casas geram a ida de crianças e adolescentes para as ruas. Nesses casos, a solução também não é o toque de recolher. O adequado é a atuação dos órgãos e programas de proteção, acolhimento e atendimento às crianças, aos adolescentes e às famílias. Devemos destacar que, diante de situações de risco em que se encontrem crianças e adolescentes, qualquer pessoa da sociedade pode e deve acionar os programas de proteção e/ou os Conselhos Tutelares, assim como todos da sociedade têm o dever de agir, conforme suas possibilidades, visando prevenir ou erradicar as denominadas situações de risco;
- O procedimento do Toque de Recolher contraria o direito à convivência familiar e comunitária, restringindo direitos também de adolescentes que, por exemplo, estudam à noite, frequentam clubes, cursos, casas de amigos e festas comunitárias;
- Conforme os motivos acima elencados, o Toque de Recolher contraria o ECA e a Constituição Federal. É uma medida paliativa e ilusória, que objetiva esconder os problemas no lugar de resolvê-los. As medidas e programas de acolhimento, atendimento e proteção integral estão previstas no ECA, sendo necessário que o Poder Executivo implemente os programas; que o Judiciário obrigue a implantação e monitore a execução e que o Legislativo garanta orçamentos e fiscalize a gestão, em inteiro cumprimento às competências e atribuições inerentes aos citados Poderes.
Nesses termos, o Conanda recomenda:
- Que todos os municípios tenham programas com educadores sociais que possam fazer a abordagem de crianças e adolescentes que se encontrem em situações de risco, em qualquer horário do dia ou da noite, visando os encaminhamentos e atendimentos especializados previstos na Lei;
- Que todos os Municípios, Estados e União fortaleçam as redes de proteção social e o Sistema de Garantia de Direitos, incluindo Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente, Conselhos Tutelares, Varas da Infância e Juventude, promotorias e delegacias especializadas;
- Que o Conselho Nacional de Justiça inclua em sua pauta de discussões o Toque de Recolher, objetivando orientar as Varas da Infância e Juventude sobre a ilegalidade e inconstitucionalidade do procedimento.
Brasília, 18 de junho de 2009
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
29.6.09
Audiência Pública em Londrina
17.6.09
Senado aprova dedução de IR no caso de doações a entidades que prestam apoio a jovens
Da Agência Senado - 16/06/2009 - 12h46
Aprovada no Senado dedução de IR no caso de doações a entidades que prestam apoio a jovens.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou há pouco o projeto (PLS 269/08) que autoriza a dedução do Imposto de Renda de empresas e pessoas físicas em caso de doações ou patrocínios em favor de entidades sem fins lucrativos que desenvolvam ações de amparo e inclusão de jovens entre 15 e 29 anos. A proposta, da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), teve voto favorável do relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Como a decisão tem caráter terminativo, o projeto será enviado à Câmara dos Deputados.
No caso das empresas, o desconto é limitado a 6% do imposto devido, caindo a 4% quando se tratar dos contribuintes pessoas físicas. Em sua justificação, Patrícia Saboya argumenta que as ações de amparo e inclusão de jovens dependem da participação da sociedade civil. No entanto, salienta a senadora, apenas as doações em benefício de fundos voltados à criança e ao adolescente são dedutíveis do Imposto de Renda, ficando de fora políticas que alcançam grande contingente de jovens.
EDITAL DE SELEÇÃO- Relatorias nacionais DhESCA Brasil – 2009-2011
Termo de Referência para a Seleção de Relatores(as) Nacionais em Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais
Através do presente edital a Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais e Culturais – DhESCA Brasil, dá início ao processo de seleção de 05 (cinco) especialistas em direitos humanos para o exercício da função de Relator(a) Nacional em Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais, com a finalidade de atuarem no mandato 2009-2011.
As Relatorias Nacionais em Direitos Humanos, Econômicos Sociais, Culturais e Ambientais são uma iniciativa da DhESCA Brasil iniciada em 2002. Sua missão é ser um instrumento de ampliação da exigibilidade dos DhESCA no Brasil, tendo em vista sua realização integral (promoção, proteção e reparação) para todos e todas, através da análise e da articulação de situações de violações locais de direitos humanos com a situação geral desses direitos no país.
O referido mandato tem como objetivo contribuir para que o Brasil adote um padrão de respeito aos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais, ambientais, sexuais e reprodutivos, com base na Constituição Federal, no Programa Nacional de Direitos Humanos e nos tratados internacionais de proteção aos direitos humanos ratificados pelo país, através da implementação de mecanismos de controle da sua exigibilidade.
A partir dos temas e eixos abaixo definidos, cabe ao mandato das Relatorias fazer um estudo de aprofundamento sobre tais temáticas, definir os espaços políticos onde incidir, quais articulações políticas devem ser feitas, quais violações existentes no Brasil são significativas para serem investigadas com missões, e propor encaminhamentos.
Temáticas para o Mandato 2009-2011
Neste processo de seleção serão nomeados Relatores Nacionais em relação aos seguintes direitos:
1. Relatoria Nacional do Direito Humano à Terra ,Território e Alimentação:
2. Relatoria Nacional do Direito Humano à Educação:
3. Relatoria Nacional do Direito Humano à Cidade:
4. Relatoria Nacional do Direito Humano ao Meio Ambiente:
5. Relatoria Nacional do Direito Humano à Saúde:
O Edital completo encontra-se nos Anexos do MNDH-PR.
Divulgação de atividades
CDH de Londrina e MNDH-PR realizam Oficina de DH
8.6.09
Mc Donald´s sendo processada
Organização de CDHs
PRIMEIRA FORMA – Centro institucionalizado:
Um CDH institucionalizado é um coletivo de pessoas que estuda e cobra a proteção dos direitos violados junto aos órgãos responsáveis. Um coletivo (centro) institucionalizado precisa ser registrado em Cartório de Registro de Títulos e Documentos, que também deve ficar em dia junto à Receita Federal sob risco de penalidades legais.
Para a fundação, um grupo de pessoas se encontra em Assembléia Geral, em dia e horário amplamente divulgado para exposição, esclarecimento, discussão e aprovação da entidade. A assembléia estando de acordo, providencia-se lista de presença de todos, lê, discute e aprova-se o Estatuto previamente elaborado por um grupo, realizando as alterações que a Assembléia achar necessários. As discussões da assembléia precisa ser documentada em Ata, assim como a eleição das pessoas e os cargos, com seus respectivos nomes e funções no Centro, como secretarias, coordenadorias, núcleos ou setores para as mais diferentes áreas e necessidades: saúde, educação, meio ambiente, orçamento, criança e adolescente, idoso, mídia, segurança e assim por diante.
Após o evento, o representante eleito da entidade vai ao Cartório com os documentos (Lista de presença; Ata da Assembléia e Estatuto) aprovados e assinados pelos presentes no dia da assembléia para registrá-los. Dirige-se também à Receita Federal para providenciar o CNPJ.
Esta forma de organização é sugerida às entidades que tem por objetivo representar ações judiciais em nome de grupos e organizações e celebrar convênios que envolva recursos financeiros. O grupo precisa estar ciente que à medida que a entidade é registrada (institucionalizada) e trabalha com convêncios e oferece serviços advocatícios com ações judiciais, exige-se responsabilidade por parte da diretoria que pode responder criminal e civilmente pela entidade.
SEGUNDA FORMA – Centro não institucional:
Um CDH não institucionalizado é um coletivo de pessoas que se juntam para estudar e defender os direitos violados, sem a preocupação de registrá-lo por meio de Ata e Estatuto em Cartório de Registro de Títulos e Documentos e Receita Federal. Um coletivo, centro, grupo, movimento ou núcleo de direitos humanos ou estudo de direitos humanos ou mesmo de educação em direitos humanos não institucionalizados não significa que não tenha as mesma força política de um centro institucionalizado. A diferença é que não darão prioridade a representações de ações judiciais, por compreender ser função do Estado por meio do Ministério Público e não terão preocupação em celebração de convêncios financeiros, o que não significa estar fora de concorrer a projetos ou prêmios de direitos humanos.
Os grupos ou centros não institucionalizados, poderão e devem se organizar em comissões ou núcleos de saúde, educação, meio ambiente, orçamento, criança e adolescente, idoso, mídia, segurança e assim por diante, estudando ou cobrando dos órgãos responsáveis – sobretudo o Estado – a proteção aos direitos humanos, oferecendo cursos de formação, participando de conselhos municipais e estaduais e realizando parcerias com outras entidades e movimentos.
6.6.09
Anuidade ao MNDH
1ª Conferência Internacional do Teatro do Oprimido
29.5.09
Curso Direito à Memória e à Verdade
O curso oferece 3000 vagas e será gratuito para os participantes, pois conta com o apoio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
28.5.09
SOS enchentes
Oficina de Direitos Humanos em Londrina
DATA: 06/06/2009
HORÁRIO: Das 8:00 às 16:00
CONVIDADA: Profª Drª Ileize Fiorelli Silva (UEL)
INSCRIÇÕES GRATUÍTAS: Vagas limitadas
OBJETIVO: Contribuir na formação de uma consciência de direitos humanos em uma sociedade que desumaniza as pessoas.
PÚBLICO ALVO: professores, sindicalistas, militantes de movimentos sociais e populares.
FICHA DE INSCRIÇÃO:
1. NOME:__________________________________________
3. TELEFONE: ______________________________________
Email: ____________________________________________
4. ESCOLARIEDADE: 1º GRAU ( ) 2º GRAU ( ) 3º GRAU ( )
5. Atividade profissional que exerce:_________________________
6. Professor(a) ( ) militante ( ) Outros ( )
Nome do sindicato/associação de moradores, partido , outros a que pertence___________________________________________
Saúde
27.5.09
Conselho Nacional de Direitos Humanos terá 24 integrantes
Obrigatoriedade da língua de sinais nas escolas
Escritório Regional do Paraná
A Lei de Libras 10436/2002 e o Decreto Federal 5626/2005 reconhecem a Língua Brasileira de Sinais - Libras como língua das comunidades surdas brasileiras.
No entanto, o preconceito e discriminação contra os surdos é cada vez maior e chega ao ponto de assistirmos, recentemente, nos noticiários, professores se recusando a trabalhar com alunos surdos em escolas regulares, além da possibilidade de termos as escolas para surdos fechadas.
A Comunidade Surda paranaense está indignada! Esse é o momento de nos unirmos e mobilizarmos nossas forças para denunciar o NÃO CUMPRIMENTO, pelo Poder Público, dos direitos assegurados na Lei de Libras:
REIVINDICAMOS:
I – O direito à COMUNICAÇÃO e ao ENSINO em Libras, nas escolas onde estudamos!
II – O ensino do PORTUGUÊS como SEGUNDA LÍNGUA, com processos avaliativos que respeitem nossa diferença lingüística!
III - EDUCAÇÃO BILÍNGUE em todas as escolas de Educação Básica freqüentadas por alunos surdos!
IV - CONCURSO PÚBLICO e CONTRATAÇÃO IMEDIATA de professores surdos para atuar nas escolas!
V- Inclusão da DISCIPLINA DE LIBRAS nos cursos de formação de professores, nas universidades públicas e privadas, ministradas preferencialmente por PROFESSORES SURDOS.
VI - INTÉRPRETES DE LIBRAS e profissionais capacitados para a comunicação com surdos, nos serviços públicos e locais de trabalho dos surdos, com destaque à ESCOLA!
CARTA ABERTA À COMUNIDADE SURDA PARANAENSE!
Escritório Regional do Paraná
Fatos como esse, amplamente noticiados por veículos de destaque, como o Jornal Gazeta do Povo e a Rede Globo, contribuem para reforçar preconceitos sobre a natural incapacidade e limitação dos surdos para aprender.
Nós, os surdos, seus familiares, profissionais da área e simpatizantes que militam pela defesa dos direitos sociais dos surdos, como a bandeira de uma educação de qualidade, não podemos mais deixar calar nossa indignação!
Se o desempenho dos surdos nas avaliações oficiais é baixo, significa que sua EDUCAÇÃO É DESQUALIFICADA E NÃO RESPEITA SUA DIFERENÇA LINGUÍSTICA.
Esse é o momento de nos unirmos e mobilizarmos nossas forças para denunciar o descaso e desrespeito do Poder Público frente à conquista histórica do reconhecimento político da LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA - LIBRAS pela comunidade surda brasileira e sua incorporação a todos os setores da vida social.
Lutemos para o IMEDIATO cumprimento de todos os direitos conquistados pela comunidade surda brasileira, assegurados pela Lei de Libras e pelo Decreto 5626/2005.
NÓS, OS SURDOS PARANAENSES, REIVINDICAMOS:
I - O direito à COMUNICAÇÃO e ENSINO em Libras, nas escolas onde estudamos!
II - Aprender o PORTUGUÊS como SEGUNDA LÍNGUA, com processos avaliativos que respeitem nossa diferença lingüística!
III - EDUCAÇÃO BILÍNGUE em todas as escolas de Educação Básica freqüentadas por alunos surdos!
IV - CONCURSO PÚBLICO e CONTRATAÇÃO IMEDIATA de professores surdos para atuar nas escolas!
V- Inclusão da DISCIPLINA DE LIBRAS em 20% dos cursos de formação de professores, nas universidades públicas e privadas, ministradas preferencialmente por PROFESSORES SURDOS, como prevê o Decreto 5626, até 2009.
VI - INTÉRPRETES DE LIBRAS e profissionais capacitados para a comunicação com surdos, nos serviços públicos e locais de trabalho dos surdos, com destaque à ESCOLA!
Queremos denunciar o FRACASSO DO PODER PÚBLICO em atender nossos direitos, que encobrem a real condição da educação dos surdos nas escolas brasileiras com PROFESSORES DESPREPARADOS EM LIBRAS E PROPOSTAS PEDAGÓGICAS BILÍNGUES APENAS NOS DISCURSOS!
Queremos professores surdos, professores ouvintes bilíngües, um currículo que contemple as manifestações artísticas e culturais dos surdos e que permita conhecer a história do povo surdo e a opressão da língua de sinais, no último século!
Convidamos para a CAMINHADA EM DEFESA DA OBRIGATORIEDADE DA LÍNGUA DE SINAIS NAS ESCOLAS!
DIA: 01 DE JUNHO DE 2009
HORÁRIO: 10h30
PERCURSO: Concentração na Praça Santos Andrade, a partir de 9h30, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, em direção ao Centro Cívico (Prefeitura Municipal de Curitiba, Assembléia Legislativa, Palácio Iguaçu).
26.5.09
Reunião do CEEDH de Maringá
Caravana Comunidade Segura
O IDDEHA conta com sua presença para fazer do Encontro uma ação propositiva para contribuir com a segurança pública do Paraná e do Brasil.
Serão abordados os temas:
- Política Nacional de Controle de Armas;
- Drogas: repressão ao crime organizado e danos sociais;
- Projetos sociais e a garantia de direitos como medida de prevenção da criminalidade e redução da violência.
Conferências sobre Segurança
Segurança Pública, agora, é assunto de toda a sociedade brasileira. Todos têm que participar. E é isso que a 1ª CONSEG quer: consolidar o envolvimento da sociedade nas decisões sobre segurança. Com a participação de todos, a 1ª CONSEG será um importante instrumento de mobilização social. Acesse: www.conseg.gov.br
DATA: 06 de Junho de 2009
LOCAL: E. E. Maria Aguiar Teixeira - Av. Affonso Camargo, 3463 - Capão da Imbuia;
Informações: IDDEHA – 3363.3103 / CECOVI –3363.5089 / FÊNIX -3353.8017
16.5.09
Comissão de Direitos Humanos da Câmara divulga Nota
O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, divulgou Nota Oficial manifestando preocupação diante da prisão de dezoito militantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), ocorrida no dia 26 de abril, no estado do Pará. De acordo com o presidente, as dezoito pessoas foram detidas de forma arbitrária e indevida e tiveram os seus direitos violados com a construção da usina hidrelétrica de Tucuruí, na região sudeste do estado. A obra teve início em 1976 e foi inaugurada em 1984. Até hoje, boa parte das famílias atingidas pelo projeto não recebeu qualquer indenização. E a maioria da população removida para a implantação do projeto vive hoje em condições indignas de vida, em favelas localizadas no entorno da usina, sem as mínimas condições de saneamento básico, energia elétrica e demais serviços que garantam os seus direitos constitucionais. Leia a Nota na íntegra.
15.5.09
Solidariedade ao Norte e Nordeste
Um VT de 30 segundos postado no youtube foi encaminhado para as TVs comerciais e católicas relata parte da situação e pede a colaboração das pessoas, estando disponível para divulgação eletrônica. Mais informações sobre a situação das chuvas no Norte e Nordeste e sobre a campanha encontram-se no site da Caritas. CDH de Londrina realiza reunião extraordinária
13.5.09
Reunião em preparação à Conferência da Criança e do Adolescente
11.5.09
MNDH quer transparência na busca por corpos do Araguaia
“Precisa haver controle social sobre o processo. Não confiamos no Ministério de Defesa como executor da medida, pois as forças que o dominam ainda são predominantemente reacionárias e tendenciosas”, diz a coordenadora do MNDH.
Comissão de saúde se reúne em Londrina
Pauta:
- Quais as providências que estão sendo tomadas em Londrina, com relação à gripe A( H1 N1) ?
- Quantos Casos suspeitos e monitorados existem em Londrina? Há risco de grande propagação desta doença?
- A cidade está estruturada para enfrentar a gripe A?
- O que as comunidades podem fazer para contribuir na prevenção deste problema?
7.5.09
Brasil é questionado em Genebra
Fórum Internacional sobre Síndrome de Down
A Fundação Síndrome de Down está organizando o II Fórum Internacional sobre Síndrome de Down e acontecerá entre 27 e 30 de maio deste ano, em Campinas/SP. O Fórum será um espaço para a discussão de temas ligados à pessoa com deficiência intelectual. Inscrições e informações estão disponíveis no site www.fsdown.org.br.
2.5.09
Josemar Lucas é escolhido coordenador do MNDH-Região Londrina
30.4.09
CDH de Londrina reune-se dia 02 de maio
18.4.09
CEEDH-Maringá realizou reunião de estudo
16.4.09
Conferência Estadual da Igualdade Racial
- EVENTO: Conferência Estadual da Igualdade Racial;
- DATA: 23 de maio de 2009;
- LOCAL: Colégio Estadual do Paraná (Salão Nobre);
- CIDADE: Curitiba/PR;
- TEMAS PRIORITÁRIOS: Terra, Educação, Trabalho e Renda,Segurança Pública e Saúde;
- CONTATOS: (41) 3350-1270 - Secretaria de Assuntos Estratégicos;
- INSCRIÇÕES. igualdaderacial@seae.pr.gov.br
GTNM promove Memorial da Liberdade
Entidades questionam o Poder Judiciário do Maranhão
Acusações cotidianas de que o Poder Judiciário é cego para os pobres e de olhos bem abertos para os ricos, de interpretar a lei de acordo com os interesses de classe, de incriminar os movimentos sociais e tratar o povo, legítimo soberano numa democracia, como algo incômodo, perigoso, caso de polícia, são condutas que precisam ser combatidas diariamente para que possamos construir uma sociedade verdadeiramente democrática. Exemplo claro do que está sendo considerado acima foi observado no julgamento do processo administrativo-disciplinar contra o Juiz de Direito Jorge Moreno, acusado de exercício de atividade político-partidária, pelo deputado estadual Max Barros, ligado ao grupo político do Presidente do Senado, José Sarney. O referido processo teve andamento célere até o afastamento cautelar do juiz da comarca e demorou três anos para a realização do julgamento. Em que pese a afirmação de que foram respeitados todos os princípios constitucionais, o que se observou, de forma nítida e clara, foi o exercício de um poder efetivamente direcionado, pessoal, parcial, político e seletivo. Não foi colocado em discussão o processo em si, mesmo porque não se verificou nenhuma prova da conduta atribuída ao magistrado, resvalando as discussões a conjecturas e suposições. Restou então apreciar o processo pelo que o magistrado representa: a origem social, o engajamento na causa dos direitos humanos e a relação com os movimentos sociais. Observou-se nitidamente ter havido o cerceamento do direito de defesa, tachado pelo relator do processo e alguns outros desembargadores como “excesso de formalidades”.
O que se pode imaginar, analisando a frase por si, é estarmos diante de um tribunal liberal, avançado para o seu tempo, quando, na verdade, isso não passa de uma fachada para a manifestação de um forte conservadorismo capaz de transformar uma instituição republicana numa arena de perseguição política, reflexo da correlação de forças sociais, a comprovação na prática de que ainda não ultrapassamos a fronteira do exercício pessoal no trato das coisas públicas. Como bem afirmou o Des. Bayma de Araújo, decano do TJ-MA, sem meios termos, que tal processo só estava ocorrendo porque o juiz referido é ‘pobre, inteligente, não vende sentenças, não tem costas quentes, etc.’. De modo inverso, apesar da abundância de provas, nenhum rigor se viu na apreciação do processo do magistrado maranhense acusado da prática de redução de trabalhadores à condição análoga a de escravo, quando o processo caminha para o arquivamento. E só ficou nos comentários a atitude do desembargador presidente do TRE-MA, quando vestiu literalmente a camisa de um candidato ao Senado, ex-governador de Estado, da mesma forma que foi muito elogiada, como conduta de trato social, a participação do presidente do TJ/MA, em 2006, em programa de televisão destinado à propaganda de partido político, à época, o PMDB;
Se o que valem não são os direitos e garantias fundamentais, mas ao contrário interesses pessoais, de grupos ou facções; se a interpretação da lei é nitidamente marcada por subjetivismos e o judiciário começa a fixar regras, invadindo competência de outro poder e a traçar limites que não existem em nenhum documento, mas fica ao alvitre dos seus membros, temos anunciada uma tragédia: a fragilização da democracia e suas instituições.
Esse tipo de prática observada não é algo específico do modus operandi do judiciário maranhense. Talvez aqui seja mais visível e escandaloso. É uma prática que está contaminando as frágeis instituições da república brasileira e pondo-as em risco, perigo ante o qual não podemos nos calar, nem nos omitir.
37 - CDVDH - Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Bom Jesus das Selvas - MA
38 - CODIGMA - Cooperativa para Dignidade no Maranhão
39 - Sindicato dos Mototaxistas de Açailândia
40 - UESA - União dos Estudantes Secundaristas de Açailândia
41 - Fórum de Cultura de Açailândia
44 - FÓRUM APOIO.
45 - NÚCLEO CERRADO VIVO.
46 - COMISSÃO PASTORAL DA TERRA DA DIOCESE DE BALSAS.
47 - PASTORAL DOS MIGRANTES.
48 - PASTORAL DA SAÚDE.
49 - PASTORAL DA CRIANÇA DA DIOCESE DE BALSAS
50 - COMITÊ DA CIDADANIA DE PASTOS BONS.
51 - COMITÊ DA CIDADANIA DE NOVA IORQUE.
52 - CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE BALSAS – CONDEMA.
53 - FÓRUM CARAJÁS.
54 - PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORO DA DIOCESE DE BALSAS.
55 - CÁRITAS DIOCESANA DE BALSAS.
56 - SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE BALSAS.
57 - SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE LORETO.
58 - SINDICATO DOS ENGENHEIRO DE BALSAS.
59 - ESCOLA DE FORMAÇÃO DE ÈTICA E CIDADANIA DA DIOCESE DE BALSAS.
60 - AMAPE – DE PASTOS BONS.
61 - ACA - ASSOCIAÇÃO CAMPONESA – BALSAS.
62 - ASSENTAMENTO SUCUPIRA – RIAÇÃO.
63 - ASSENTAMENTO ALEGRE – RIAÇÃO.
64 - ASSENTAMENTO SÃO JOSÉ – BALSAS.
65 - ASSENTAMENTO BACURI – SÃO RAIMUNDO DAS MANGABEIRAS.
66 – Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Matões do Norte
Entre outras que ainda assinarão.
15.4.09
Campo Mourão pode organizar CDH
O IDDEHA e seus projetos de Direitos Humanos
O projeto “Arte da Paz”, de conteúdos de cidadania e direitos humanos, é direcionado ao público jovem, trabalhando a auto-estima e a consciência de cidadão e liderança social.
Manifesto pelos Direitos dos Quilombolas
14.4.09
Entidade filiada ao MNDH promove chá beneficente
Dentre os brindes a serem sorteados, estão TV, bicicleta, DVD, microondas, confecções, eletrodomésticos e dezenas de outros. Mais informações podem ser obtidas na sede da AMA na Rua Ubirajara, 173 - Jd. Lucianópolis - Fone: 3265-8921.
A AMA é beneficente, sem fins lucrativos e atende a dezenas de portadores da rara síndrome do autismo – um distúrbio mental que acomete cinco pessoas em cada grupo de 10.000 nascimentos. A entidade, que sobrevive de pequenas subvenções e de promoções que realiza, nada cobra de seus alunos, cuja maioria vem de famílias de nível sócio-econômico muito baixo.
- DIA: 16 de abril (quinta-feira);
- LOCAL: Country Club, de Maringá/PR;
- HORÁRIO: A partir das 19h30min.;
- OS CONVITES: Podem ser adquiridos na portaria do clube e cada participante terá direito a um prato de strogonof de carne, arroz e batata palha, equivalente a uma refeição;
- A RENDA: Será destinada à construção da escola da AMA, cujas obras estão paralisadas;
- BRINDES: TV, bicicleta, DVD, microondas, confecções, eletrodomésticos e outros;
- MAIS INFORMAÇÕES: Na Rua Ubirajara, 173 - Jd. Lucianópolis - Fone: 3265-8921.
Saúde, cidadania e Direitos Humanos
- Palestra: SAÚDE / CIDADANIA E OS DIREITOS HUMANOS
c/ Prof. Dr. João Batista Filho; - Levantamento dos Principais Problemas de Saúde e possíveis propostas para solução, da comissão de saúde do Centro de Direitos Humanos de Londrina – CDH;
- Eleição da Nova Diretoria da Comissão de Saúde do CDH para o biênio 2009/2010.
13.4.09
Reunião do CEEDH de Maringá
- DIA: 18 de abril;
- HORÁRIO: 08h30min. às 11 horas;
- LOCAL: Associação Maringaense de Autistas (AMA);
- ENDEREÇO: Rua Ubirajara, 173 - Jardim Lucianópolis, próximo do portão do Tiro de Guerra, da Avenida Mandacaru.
1.4.09
Reunião do CDH-Londrina
O Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH), realizará reunião no próximo sábado, dia 04 de abril de 2009, das 09 às 11 horas, no Centro de Educação Ambiental - Parque Arthur Thomas - Rua da Natureza, 155 - Jd. Piza (O Centro fica dentro do Parque).
Assessoria de formação
31.3.09
31 de março: esquecer, jamais!
Há 45 anos, em 31 de março de 1964, forças militares, aliadas às elites econômicas brasileiras, derrubaram o governo democrático de João Goulart. Desde então e por 21 anos, até 1985, esses militares ocuparam o poder no Brasil e instalaram uma DITADURA MILITAR. Esse período, conhecido como a “A LONGA NOITE DE TERROR”, promoveu a perseguição e a demissão de seus empregos de mais de 500 mil brasileiros e brasileiras; dezenas de milhares foram presos e torturados; centenas foram covardemente assassinados pelos agentes públicos do Estado. Muitos militantes políticos que reagiram ao golpe militar continuam desaparecidos até hoje.
O Brasil até então altivo e soberano, com os militares no poder, submeteu-se aos interesses americanos durante a Guerra Fria. Foi permitida a exploração do rico subsolo brasileiro por empresas estrangeiras. A política externa passou a ser dirigida, na prática, pelos interesses dos Estados Unidos. Uma nova lei de remessas de lucros permitiu às multinacionais mandar mais dinheiro para fora do país.
Os sindicatos sofreram intervenção, garantindo o conformismo do trabalhador brasileiro à exploração ainda maior das elites econômicas e das multinacionais. A reforma agrária e urbana foram banidas da política brasileira e, os que por isso lutassem, amordaçados e calados. Os movimentos sociais passaram a ser criminalizados e seus militantes covardemente perseguidos. O POVO FOI PROIBIDO DE SE ORGANIZAR E SE MANIFESTAR. Os socialistas, os comunistas, a esquerda brasileira e os democratas foram declarados inimigos do regime, submetidos ao cárcere, à tortura e ao exílio forçado.
A Ditadura Militar levou o país ao excessivo endividamento junto aos banqueiros internacionais ao assumir o Brasil com 2,6 bilhões de dólares de dívida externa e entregá-lo com 110 bilhões de dólares. Tornou o país dependente e controlado pelo Fundo Monetário Internacional, a serviço dos interesses dos países ricos.
A reação do povo brasileiro, com os movimentos de trabalhadores e estudantes, as campanhas pela anistia e o grande movimento pelas DIRETAS JÁ, puseram fim ao Regime Militar e a esta longa noite de terror.
Os golpistas de 1964, no entanto, nunca responderam por seus crimes. Os torturadores e assassinos da Ditadura Militar permanecem impunes e ainda contam com a conivência das elites políticas, econômicas e jurídicas brasileiras. Ainda hoje, após 24 anos do fim do período ditatorial, o Estado brasileiro resiste a abrir os ARQUIVOS DA REPRESSÃO. O Brasil não completou a sua transição democrática. Na legislação brasileira ainda há um imenso entulho autoritário, construído ilegitimamente durante a ditadura, que precisa ser desmantelado. Os movimentos sociais continuam sendo criminalizados pelo aparato repressivo do país. A doutrina de segurança nacional estabelecida durante a ditadura é a que prevalece, ainda hoje, no seio das forças de segurança. A tortura continua sendo o principal método investigatório da polícia brasileira. Os desaparecidos políticos ainda não foram localizados.
Outros países da América Latina como a Argentina, o Uruguai e o Chile, que foram vítimas de golpes militares no mesmo período, vêm passando a limpo o seu passado. Os responsáveis por crimes de lesa humanidade como a tortura, o desaparecimento político e o assassinato sob tortura vêm sendo punidos exemplarmente. Presidentes ditadores e agentes públicos da repressão estão sendo condenados e cumprem penas de prisão. Os presidentes Videla na Argentina e Bordaberry no Uruguai e o general Contreras no Chile foram condenados e presos. O presidente e general Pinochet do Chile morreu desmoralizado e sob prisão domiciliar. No Brasil, apesar de todos os males ocasionados pela ditadura militar, os responsáveis pela tortura e os assassinatos políticos permanecem impunes.
Para completar a transição democrática, o Brasil precisa instituir uma COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE E JUSTIÇA, composta por organismos governamentais e sociedade civil engajada. Os torturadores e assassinos do regime militar precisam ser responsabilizados civil e criminalmente. Os arquivos militares e civis da repressão precisam ser abertos e disponibilizados ao povo brasileiro. Os movimentos sociais precisam ser descriminalizados. A atual doutrina de segurança nacional precisa ser execrada e uma nova perspectiva precisa ser construída, à luz da democracia brasileira e dos princípios inaugurados pela Constituição de 1.988, respondendo aos novos desafios internos e externos, tendo como centros a soberania do país, o desenvolvimento e a eliminação da miséria, da fome, da mortalidade infantil e do analfabetismo.
29.3.09
Falas de Gilmar Mendes criminalizam movimentos sociais, diz MNDH
23.3.09
MNDH-RS repudia privatização das prisões
CONTRA A PRIVATIZAÇAO DAS PRISÕES:
O povo gaúcho não quer mais do mesmo!
É de conhecimento público que o sistema prisional está falido na sua função social de ressocialização. Nem a hipocrisia mais leviana consegue sustentar a máscara. Os presídios converteram-se, sim, e desde há muito, no que os velhos liberais e os novos conservadores já esperavam deles, locais para esconder o que é perigoso aos bons contratos sociais, só, nada mais! É também de conhecimento público que o Rio Grande do Sul ostenta um título nacional ultra-negativo: tem em seu território a penitenciária que apresenta as piores condições, o Presídio Central, conforme revelou a recentemente encerrada CPI do Sistema Prisional. É também conhecida a falta de ação do governo estadual para viabilizar a construção de novas unidades prisionais para fazer frente à superlotação, algumas das quais inclusive já contam com recursos disponibilizados, como é o caso do novo presídio de Passo Fundo, para citar somente um exemplo. Definitivamente, parece que o Estado do Rio Grande do Sul não tem uma política prisional. Poder-se-ia até dizer que o anúncio da privatização dos presídios soaria como declaração pública da ausência desta política. O fato é que, pelo contrário, o governo do Estado finalmente encontrou uma política para a questão prisional, abster-se de fazer política pública, entregar a responsabilidade pública à iniciativa privada.
A proposta não é nova, mesmo que venha sendo saudada inclusive por veículos de imprensa de ampla repercussão. Ela tem um DNA conhecido. Foi proposta no início dos anos 1980 pelos governos Thatcher e Reagan – quem não se lembra deles, pai e mãe das políticas neoliberais. Já foram largamente implantadas em vários países e inclusive em alguns Estados brasileiros. É uma proposta velha, no pior sentido do termo, do velho tipo! Aliás, já foi discutida inclusive no âmbito do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), órgão do Ministério da Justiça encarregado da formulação de linhas diretrizes para a área, que propôs a adoção das prisões privadas no Brasil em janeiro de 1992 – tempos áureos do neoliberalismo. Laurindo Dias Minhoto alerta que, no Brasil, a proposta de privatização do sistema prisional “[...] resulta de um intenso lobby realizado por uma empresa brasileira de segurança privada, a Pires Segurança Ltda., destinado a transpor as prisões privadas para o contexto brasileiro, a partir da manipulação seletiva da ‘experiência estrangeira’ – sobretudo da experiência norteamericana – invocada como argumento de autoridade (Privatização de presídios e criminalidade. A gestão da violência no capitalismo global. São Paulo: Max Limonad, 2000, p. 92).
José Eduardo Cardozo, no Prefácio ao livro de Minhoto já referido (2000, p. 13) diz enfaticamente que: “Nesse contexto de reestruturação econômica, portanto, em cujo âmbito o mercado é quem passa a comandar o jogo, o acesso aos serviços essenciais não depende mais de políticas governamentais, mas de contratos privados de compra e venda firmados com base no que os consumidores podem ou estão dispostos a pagar numa troca livre. Desse modo, o que era basicamente um tema de direitos humanos ou de direitos sociais é convertido numa questão de caráter meramente mercantil. Aprofundando o argumento: tudo – trabalho, terra e até seres humanos – acaba sendo reduzido ao conceito geral de mercadoria. Inclusive aqueles que, por terem transgredido as leis penais, foram condenados pela justiça”. Aliás, as palavras de Thomas Beasley, sócio fundador da privatização ilustram o que diz Cardozo e falam por si: “[...] a Corrections Corporation of America [CCA] foi estabelecida em 1983 para ‘resolver a questão penitenciária e fazer um bom dinheiro’” A empresa, segundo seu catálogo promocional, propõe-se a: “aliar os padrões mais elevados da penitenciária aos princípios comprovados da livre iniciativa” (citado por Mignoto em As prisões do mercado (Revista Lua Nova, n. 55-56, 2002).
Segundo Minhoto, em artigo já referido (2002): “[...] o experimento concreto norte-americano e britânico tem demonstrado que as prisões privadas não vêm prestando serviços necessariamente mais baratos nem tampouco mais eficientes, reproduzindo os problemas estruturais que atravessam o sistema penitenciário público tradicional. Uma longa lista de práticas ineptas pode ser detectada nos dois contextos”. Ele também alerta que a “[...] reedição high-tech do panopticon benthamiano, sob o acicate da lógica da mercadoria, tende a colocar em questão alguns dos traços centrais do Estado de Direito, tais como o monopólio estatal do uso legítimo da força e o fundamento eminentemente público do poder nos regimes democráticos, dando lugar a objeções de ordem jurídica, política, ética e simbólica”. Ora, por que achar que o que não deu certo lá pode dar certo aqui!
Assim, o Movimento Nacional de Direitos Humanos no Rio Grande do Sul (MNDH-RS) manifesta seu repúdio à proposta de privatização do sistema prisional, conclama à sociedade e suas organizações democráticas a se manifestar contra a proposta, cobra das autoridades encarregadas de promover o Estado Democrático de Direito que também reajam ao descabido da proposta e espera que o governo estadual apresente uma proposta consistente, permanente e de caráter efetivamente público para fazer frente à grave crise do sistema prisional. O MNDH-RS não quer mais do mesmo!
Coordenação Estadual do MNDH-RS
P/ Paulo César Carbonari (54 9983 4757)
Conferência e Comitê
22.3.09
Ano das conferências
20.3.09
Conselheiro do MNDH visita entidades filiadas
15.3.09
CEEDH de Maringá foi reorganizado e criou blog
12.3.09
9.3.09
Reunião de reorganização do CDH de Londrina
DIA: 14/03/09 (sábado);
HORAS: 09:30 às 11:30;
LOCAL: Sindicato dos Rodoviários - Rua Acre, 334 - Centr;
CIDADE: Londrina/PR;
PAUTA: Será deliberada e aprovada no primeiro momento da reunião.
CEEDH de Maringá marca reunião de rearticulação
Definirem um calendário anual de reuniões;
Pensarem uma pauta de estudos;
Discutirem a proposta de vinculação ao GEPPGE (Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Gestão Educacional da UEM - GEPPGE).
8.3.09
MNDH-PR encerra encontro estadual
Encontro em Maringá
6.3.09
Certificados e declarações
Adriana Souza Ferreira (2 documentos),
Ailson do Carmo de Souza (2 documentos),
Carlos A. Figueiredo (2 documentos),
Claudemir Valério Maia,
Claudinei Marcolino;
Gisele Cristiane Felipe Gomes,
Givanildo G. Bonfim,
Gizelly Bulla Gonçalves (2 documentos),
Ismael Alves da Silva,
Ivan Gonçalves Borges,
João Alves Neto,
João Flávio Borba,
José Roberto Severino,
Lucas Alves,
Marcos Correia Lourenço (2 documentos),
Maria Antonia Ferreira da Conceição,
Maria Aparecida da Silva,
Maria Aparecida Sílvia,
Maria Cota Filho (2 documentos),
Maria Lopes Otero,
Nelci Aparecida B. Rocha,
Nilo Sobral Remos,
Olímpio Luiz de Souza (2 documentos),
Olírio Rives dos Santos,
Paulo Sérgio Rodrigues Pesce,
Rosimeire Dantas Teixeira,
Valdeci de Souza Moreno,
Walter Leite da Silva.
2.3.09
Pauta do Encontro de 07 e 08 de março
Manhã:
09:00 hs : Café da manhã
09:30 hs : Reunião da Coordenação do MNDH-PR (Discussão: de assuntos internos da coordenação)
12:00 hs : Almoço
Tarde: (todos os presentes)
14:00 hs : Encontro Nacional MNDH – Brasília – 13 a 15/12/08
- Visão Geral do Encontro
- Apresentação do Protocolo da APT
- GTDHI
- Deliberações, Informes
- Assuntos gerais
15:30 hs : Café
16:00 hs : 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos – Brasília – 15 a 18/12/08
- Relato da Conferência (eixos discutidos etc...).
- Discussão da participação do MNDH e MNDH - PR
- Manifestação de cada representante de entidade filiada ao MNDH-PR presente a Conferência, com breve relato e análise da experiência vivida.
18:00 hs : Encerramento dos trabalhos do dia.
19:30 hs : Jantar
Confraternização (livre)
Opcional: vídeo - Programa “Aqui entre nós”
Dia 08 – Domingo:
Manhã: 09:00 hs : Café da manhã
09:30 hs : O MNDH-PARANÁ:
- Apresentação Geral do Movimento
- Apresentação, por cada representante presente da realidade de sua entidade no momento,com detahes do nº de participantes, atuação, situação financeira, necessidades básicas, planos p/ 2009
- Realidade atual do MNDH-PR:
- número de entidades filadas realmente atuantes
- situação financeira
- opções para reverter a situação (levantar fundos)
- projetos em andamento
12:00 hs : Almoço
- Abordagem de novas entidades para filiação
- como fazer?
- quais materiais a serem utilizados para tal ?
- quais os critérios a serem obedecidos ($$$)?
- Pensando a Assembléia Estadual
- Pensando a Assembléia Regional
- Processo de Formação:
* planejada e contínua
* sugestão de temas dentro da realidade dos filados
* elaboração de cronograma (periodicidade, recursos,
* locais, datas, palestrantes, etc...)
- Assuntos Gerais
16:00 hs: Enceramento
19.2.09
COPED Paraná elege novo vice-presidente
Nesta segunda (16/02), na CODIC, em Curitiba-Paraná, aconteceu à primeira reunião ordinária de 2009 do COPED (Conselho Permanente de Direitos Humanos do Paraná), com vários pontos de pauta, entre eles a eleição do novo vice-presidente. A então presidente em exercício, Santa de Souza, que deixou a vice-presidência, deu inicio à reunião com as boas vindas a todos(as) e em seguida passou ao processo eletivo de um vice que a substituísse.O MNDH–Paraná deseja sucesso ao novo vice-presidente do COPED, Paulo Cezar Pedron, assim como aos demais conselheiros(as).
14.2.09
07 e 08 de março: Encontro do MNDH-Paraná
LOCAL: Rua Amália Carzone Baltazar, 226 - Jardim Rebouças - Chácara Vedruna – após a PUC (antiga Faculdade Nobel).
AOS QUE PERNOITARÃO NO LOCAL: Levar lençóis, travesseiro, toalhas e pertences de asseio pessoal (O Projeto Vedruna disponibiliza apenas colchão).
COMO CHEGAR AO LOCAL DE ÔNIBUS: No terminal da rodoviária, pegar o ônibus 735 e pedir para descer no primeiro ponto ao entrar no Jerdim Rebouças. Do ponto de ônibus seguir até o final da quadra e virar a direita, logo se vê o muro da chácara, pintado os oito jeitos de mudar o mundo.
COMO CHEGAR AO LOCAL DE CARRO: Seguir pela Avenida Mandacaru até o Jardim Rebouças – após a PUC (antiga Faculdade Nobel) e entrar à esquerda. A Chácara Vedruna – salvo engano – é a quarta chácara do lado direito da rua. No muro da chácara estão pintados os oito jeitos de mudar o mundo.
DESPESAS DE VIAGEM: Passagens e alimentação durante o trajeto para o encontro devem ser custeadas pela entidade ou participante do evento.
EM CASO DE DIFICULDADES PARA CHEGAR À CHÁCARA: Ligar para irmã Verônica (44) 9962-4946 ou Elias (44) 9952-0877.
30.1.09
Participe ao vivo do Fórum Social Mundial
CDH de Londrina reinicia atividades.
Após ficar inativo por alguns anos, o Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH-Londrina) retoma as atividades. A decisão ocorreu quarta-feira (28/01) em reunião na sede da OAB de Londrina, com a presença de vários representantes de entidades, entre elas o Centro de Estudos Políticos e Culturais Ernesto Che Guevara de Londrina; Fábrica do Teatro do Oprimido de Londrina; Comissão de Direitos Humanos da OAB e MNDH-Paraná.O CDH atuará por comissões e a atividade inicial será acompanhar o processo eleitoral marcado pela Justiça Eleitoral para eleição do prefeito de Londrina. O MNDH Paraná parabeniza o reinício do CDH.
Reunião da coordenação do MNDH/PR, em 31/01/2009
REUNIÃO: 31/01/2009;
HORAS: 14 horas;
LOCAL: Colégio Santa Cruz – Av. Brasil, 53 e 54;
CIDADE: Maringá/PR;
COMO CHEGAR NO LOCAL: A entrada para a reunião será pela Rua Antonio Otavio Scramim, ao lado do Colégio Geraldo Braga;
REFERÊNCIA DO COLÉGIO: Praça do Peladão.
27.1.09
Advogado de entidade do MNDH é assassinado na Paraíba
Dois homens com seus rotos protegidos por panos renderam todos que estavam com Manoel Mattos e diante de deles disseram: "é com você mesmo..." e dispararam dois tiros, o primeiro de doze a queima roupa dilacerou o seu coração e o segundo quando estava tombado, na cabeça. Na sexta-feira, será realizada a Missa de 7º dia e esperam-se centenas ou milhares de pessoas de vários estados.
Manoel Mattos era um advogado militante dos direitos humanos, defensor dos trabalhadores, em particular atuou nos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais da Mata Norte. Fundou o PT no município de Itambé-PE, foi vereador e presidente da Câmara Municipal daquela cidade e era 2º vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco. No período da atuação da CPI da Violência ele foi um dos que denunciaram grupos de extermínio, com participação de policiais militares, que atuavam na região de fronteira entre Pernambuco e Paraíba.
Em função desta sua militância corajosa, viveu um período recente sob proteção policial, pois as ameaças de morte eram constantes. Por volta de um ano atrás a proteção policial foi desativada e agora tivemos este desfecho trágico.

Por conta de o crime ter ocorrido no território da Paraíba, competirá à polícia daquele estado a investigação e apuração.
Desmilitarização das policias militares estaduais
1) um maior controle social sobre as instituições responsáveis pela segurança e sobre as atividades policiais, reduzindo as arbitrariedades policiais;
2) a melhoria das condições de trabalho do policial, uma vez que reduz desigualdades oriundas da rígida hierarquia militar;
3)uma objetiva definição sobre o papel do exército e das polícias em uma sociedade democrática, evitando assim a sobreposição de atividades - tais quais se apresentam nos artigos 42, §1o., 142, §§2o. e 3o, da CF/1988.
Considerando a urgência de uma reforma estrutural das polícias em nosso país, que passa necessariamente pela sua desmilitarização e desvinculação do Exército, por meio de alteração do artigo 144 da Constituição Federal de 1988, bem como dos artigos acima mencionados.
Interessados em conhecer e assinar proposta de desmilitarização, clique AQUI.
21.1.09
Resumo do Encontro do MNDH-PR de 2008
O encontro iniciou-se pelo estudo do texto “Os Direitos Humanos e a Constituição de 1988” de autoria de João Baptista Herkenhoff, por meio de leitura com comentários dos participantes.
Ressaltou-se a beleza da letra da Carta Magna e a distância da concretização da mesma.
Necessidade de desmistificar que Direitos Humanos servem apenas para defender bandidos e ações que podem contribuir para diminuir este estigma. Que a Constituição Federal (CF) também enfoca os direitos e deveres do Estado para os cidadãos, mas que na prática, esses direitos estão indisponíveis a muitos cidadãos, principalmente para a maioria que não detém o capital econômico, exemplificando contrato de trabalho entre empregador e empregado, onde este se sujeita ser escravo do primeiro, o que é inconstitucional.
A leitura do texto possibilitou o entendimento da necessidade de ações de proteção aos integrantes dos defensores dos Direitos Humanos.
Após o estudo, os participantes realizaram discussão sobre a Conferência Nacional de DH, avaliação sobre 2008 e planejamento de 2009. Tratando-se da avaliação de 2008, constatou-se ter ocorrido apenas um curso de formação, observando-se a necessidade de reorganizar melhor essa atividade de formação.
No planejamento para o ano de 2009 foi discutido sobre as dificuldades financeiras das entidades participantes para participarem das reuniões ou cursos de formação.
Ouve a sugestão de que as entidades se cadastrassem no Ministério da Justiça como OSCIPs, como entidades sem fins lucrativos para que o Ministério analise-as e entregue um credenciamento, Selo, podendo receber financiamento de programas.
Sugeriu-se de que as entidades com dificuldades devem entrar em contato com o MNDH-RS, que orientam os caminhos do financeiro.
Ficou evidente a necessidade da organização de cafés da manhã, setoriais, ficando responsável em Maringá (Eva); Londrina e Cambé (Clóvis); Pato Branco (Beloni) e Curitiba (Luís).
Por fim, acordou-se entre os presentes que no mês de março de 2009 será realizado um Encontro Estadual com as entidades filiadas ao MNDH-Paraná para discutir o MNDH no Estado.
15.1.09
Mais uma liderança indígena é assassinada
23.12.08
FELIZ NATAL E EXCELENTE 2009
10.12.08
A Declaração Universal 60 anos depois
CONSIDERANDO que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da familia humana e seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, CONSIDERANDO que o desprezo e o desrespeito pelos direitos do homem resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade, e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade, CONSIDERANDO ser essencial que os direitos do homem sejam protegidos pelo império da lei, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão, CONSIDERANDO ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos do homem e da mulher, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, CONSIDERANDO que os Estados Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades fundamentais do homem e a observância desses direitos e liberdades, CONSIDERANDO que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,
A Assembléia Geral das Nações Unidas proclama a presente "Declaração Universal dos Direitos do Homem" como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.
Artigo 2
Artigo 3
Artigo 5
Artigo 6
Artigo 7
Artigo 8
Artigo 9
Artigo 11
Artigo 12
Artigo 13
Artigo 14
Artigo 15
Artigo 16
Artigo 17
Artigo 19
Artigo 20
Artigo 22
Artigo 23
Artigo 24
Artigo 25
Artigo 26
Artigo 27
Artigo 28
Artigo 29
Artigo 30
23.11.08
Seminário sobre Mulheres Negras
Mobilização para o encontro estadual
Clóvis Pereira solicita que as entidades confirmem os participantes para que o CDH de Apucarana possa recepcionar a todos (cafés e almoço), evitando surpresas de última hora. Maiores detalhes sobre o local e a pauta, encontra-se abaixo.
14.11.08
Local do Encontro do MNDH-PR, em Apucarana, dia 29/11/2008
28.10.08
Justiça condena entidade de Direitos Humanos
A condenação decorre de texto contido no site do GTNM/RJ, no qual a entidade buscou repercutir a denúncia feita por Carlos Abel Dutra Garcia que declarou ter sido preso em 20 de agosto de 1996, em flagrante abuso de autoridade dos policiais federais, que o conduziram para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro e, posteriormente, o agrediram.
O Judiciário entendeu que o GTNM/RJ teria extrapolado no relato dos fatos, acusando os policiais federais da prática de tortura sem que estes tenham sido condenados. O processo foi arquivado sem que se entrasse no mérito da questão. Por esse motivo, foi necessário depositar em juízo a quantia de R$ 46.541,72 (quarenta e seis mil e quinhentos e quarenta e um mil reais e setenta e dois centavos), paga da seguinte forma: a primeira parcela em 11/05/07, no valor de R$ 13.962,50, e 06 parcelas de R$ 5.429,87, pagas em 11/06/07, 11/07/07, 09/08/07, 11/09/07, 11/10/07 e 12/11/07.
Apesar dos apoios e doações recebidas, até o presente momento não se conseguiu estabilizar as finanças. Assim, uma série de medidas serão tomadas para contenção de despesas como a suspensão e distribuição de nosso jornal trimestral, publicado desde 1986, dentre outras atividades.
Prêmio Nacional de Direitos Humanos
1. Santa Quitéria do Maranhão - erradicação do sub-registro de nascimento;
2. Dorothy Stang - defensor de direitos humanos;
3. Enfrentamento à Violência;
4. Enfrentamento à Pobreza;
5. Igualdade de Gênero;
6. Igualdade Racial;
7. Garantia dos Direitos das Pessoas com Deficiência;
8. Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente;
9. Garantia dos Direitos da Pessoa Idosa;
10. Educação em Direitos Humanos;
11. Erradicação do Trabalho Escravo.
19.10.08
Encontro das filiadas em Apucarana
Conselheiro do MNDH reune-se com entidades de Apucarana
13.10.08
Em Cambé, três vereadores eleitos são portadores de deficiência
3.10.08
Mostra de Cinema e Direitos Humanos
10.9.08
Delegados da sociedade civil do Paraná à Conferência Nacional de DH
A VIII Conferência Estadual de Direitos Humanos do Paraná, realizada nos dias 30 e 31 de agosto de 2008, em Curitiba, elegeu os delegados (titulares e suplentes) à Conferência Nacional a ser realizada em Brasília/DF, entre 15 e 18 de dezembro deste ano. Eis os titulares e suplentes da sociedade civil:
TITULARES – COTAS GRUPOS VULNERAVEIS DA SOCIEDADE CIVIL
1. Alcione Ferreira da Silva - Palmas/PR - Comunidade Quilombola;
2. Ismael Kluster - Ponta Grossa/PR - Povos Tradicionais Faxinalenses;
3. Misael Jéfferson Nobre - Querência do Norte/PR - Povos Tradicionais (Ilhéus);
4. Samuel Dina – Paranaguá/PR - Povos Pescadores;
5. Roberto de Paula – Curitiba/PR – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra;
6. Leonete Maria Spercoski Ribas – Curitiba/PR - LGBT / Aliança;
7. Eloy Jacinto – Maringá/PR – Povos Indígenas (filiada ao MNDH);
8. Reginaldo Mariano Santos – Cascavel/PR – Pessoa com Deficiência;
9. Marizete de Fátima Rodrigues - Santa Terezinha do Oeste/PR - Pessoas com Deficiência;
10. Rose – Curitiba/PR – Pessoa Idosa.
SUPLENTES – COTAS GRUPO VULNERAVEIS – SOCIEDADE CIVIL
1. Ilvio Pedroso de Oliveira – Candói/PR – Comunidade Quilombola;
2. Tarcisio Maistrovcz – Prudentópolis - Povos Tradicionais Faxinalenses;
3. Claudia Gusmão – Curitiba/PR - Associação Arnaudo Gilbert;
4. Jovina Rena-ga Donato de Oliveira – Curitiba/PR - Povos Indígenas;
5. Rodrigo de Freitas Barbieri – Curitiba/PR - Grupo Esperança;
6. Belarmina Luiz Paraná – Curitiba/PR - Povos Indígena (Xetà);
7. Jorge Roberto Pacifico – Sarandi/PR - Conselho da AFINS/Pessoa com Deficiência;
8. Terezinha Aparecida de Lima – Curitiba/PR - Instituto Brasileiro dos deficientes Visuais.
TITULARES – SOCIEDADE CIVIL – GERAL
1. Marcio da Silveira Marins – Curitiba/PR – Dom da Terra;
2. Silvana Prestes Araújo – Curitiba/PR - Sindicato de Educação do Paraná;
3. Gisele Luiza B. dos Santos Cassano – Curitiba/PR – Terra de Direitos;
4. Luiz Antonio Tannous – Curitiba - Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) (filiada ao MNDH);
5. Maria de Lourdes Santa de Souza – Curitiba/PR - ACNAP - Associação Cultural de Negritude e Ação Popular;
6. Elizete Sant`Annade Oliveira – Curitiba/PR - Pastoral do Migrante;
7. Yeda Michetti – Curitiba/PR – Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDEHA) (filiada ao MNDH);
8. Luiz Antonio de Oliveira Rosa – Curitiba - Centro de Estudo Che-Guevara;
9. Sandra Dolores de Paula Lima – Curitiba/PR - Fênix - Fórum Estadual DST/Aids;
10. Elza Maria Campos – Curitiba/PR - União Brasileira de Mulheres;
11. Clovis Pereira – Londrina/PR – Associação dos Deficientes Visuais de Londrina e Região (ADEVILON) (filiada ao MNDH);
12. Felipe Rafael Lima dos Santos – Cascavel/PR – ACES/Movimento Estudantil;
13. Belony Maria Balland – Pato Branco – Centro de Direitos Humanos de Pato Branco (CDH) (filiada ao MNDH);
14. Stanley Kennedy Garcia – Londrina/PR - ADESCESC;
15. Eva dos Santos Coelho – Maringá/PR – União e Consciência Negra (AUCN) (filiada ao MNDH);
16. Ivo Maia Pereira – Apucarana/PR – Centro de Direitos Humanos de Apucarana (CDH) (filiada ao MNDH);
17. Kiyomi Hirose – Maringá/PR - Centro de Direitos Humanos de Maringá (CDH) (filiada ao MNDH);
18. Nelma de Fátima Freitas – Cambe/PR – Associação Refúgio;
19. Josinaldo da Silva Veiga – Londrina/PR – Centro de Direitos Humanos de Londrina (CDH) (filiada ao MNDH);
20. Salete Eduardo de Souza – Sarandi/PR – Centro de Direitos Humanos de Sarandi (CDH).
SUPLENTES – SOCIEDADE CIVIL- GERAL
1. Daraci Rosa Santos – Curitiba/PR - Conselho Regional de Assistente Social;
2. Elaine Aparecida Batista – Curitiba/PR – ENESSO;
3. Jorge Ram – Curitiba/PR – Amigo das Águas;
4. Guilerme Azevedo do Valle – Curitiba/PR - Conselho Regional de Psicologia;
5. Natalia de Lima Bueno Kenyon – Curitiba/PR - Fórum de Educação;
6. Maria de Lourdes Nascimento – Maringá/PR - Casa de Candomblé;
7. zaira Pandinha Pereira – Curitiba/PR - Rede de Mulheres Negras Paraná;
8. Celestino Denardim – Braganey - Apae de Braganei;
9. Suely Conceição Catarin Andrade – Maringá/PR - Projeto Santa Cruz- Mães Vítima de Violência (filiada ao MNDH);
10. Elizete Moretti dos Santos – Apucarana/PR - CDH–Centro de Direitos Humanos de Apucarana (filiada ao MNDH);
11. Rubervandro Carlalie di Prieto Faria - Braganey/PR - Associação Moradores Comunidade Bragantina;
12. Carlos Henrique Santana – Londrina/PR - Centro de Estudo Che-Guevara de Londrina;
13. Rogério Nunes – Curitiba/PR - CPT- Comissão Pastoral da Terra;
14. Alceu Mocelin Junior – Ameisrael;
15. Jorge Fonseca de Moraes – Curitiba/PR - APPAD – Associação da Parada da Diversidade;
16. Carla Amaral (Marcelo Renato do Amaral ) – Curitiba/PR - Transgrupo Marcela Prado;
17. Rosana Vicenti Gnipper – Curitiba/PR - UNEAP - Eco Força.
7.9.08
A coordenação do MNDH-PR e as eleições/2008
4.9.08
Desrespeito sobre portadores de deficiência na Conferência no Paraná
29.8.08
Conferências no Paraná
23.8.08
Nota 10
"A análise das ações e relações dos movimentos sociais constitui-se num dos desafios das ciências sociais contemporâneas. Agrega-se a esse desafio, reconhecer que os direitos humanos são oriundos das ações e relações estabelecidas pelos indivíduos que, por compartilharem do mesmo sentido, organizam-se em grupos. Foi com essa perspectiva, que o presente trabalho analisou a atuação da coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos - MNDH, durante o período de 2001 a 2007, a partir do desenvolvimento da ação prioritária "Sistema Nacional de Direitos Humanos", e comprovou que essa atuação contribuiu para a promoção dos direitos humanos no RS. Para tanto, foram identificadas as ações e relações decorrentes da ação prioritária, que a coordenação estadual realizou, apoiou e participou e, delas foram extraídos os resultados obtidos. Ressalta-se que, o significado de promoção empregado nessa análise, é o de capacidade de divulgar, de fazer com que, muitas pessoas conheçam determinada coisa. Para compreender o agir de uma organização, e consequentemente suas relações, é necessário conhecer sua história, sua estrutura institucional e organizacional. É o que foi feito a respeito do Movimento Nacional de Direitos Humanos e de sua proposta de criar um "Sistema Nacional de Direitos Humanos". A título de conhecimento, foram descritas outras ações do MNDH, desenvolvidas no período pesquisado. Em grande parte do trabalho, fez-se um exercício de comparar o sentido da ação em direitos humanos e da relação social estabelecida pelos movimentos sociais, em seus aspectos conceituais e históricos, com a teoria de ação e relação social de Max Weber, expressa em sua sociologia compreensiva".
18.8.08
As inscrições da Conferência foram adiadas até dia 25
Pré-Conferência de Direitos Humanos de Curitiba
14.8.08
Conferência Estadual - Ficha de Inscrição
5.8.08
Conferência da Pessoa com Deficiência
1.8.08
Dia 16: Pré-conferência de DH de Curitiba
31.7.08
Programação da VIII Conferência Estadual de Direitos Humanos – Paraná 2008
A Conferência terá como tema: “Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos: Superando as Desigualdades” e realizará uma revisão e atualização dos Programas Estadual e Nacional de Direitos Humanos.
Os detalhes sobre os objetivos, critérios de participações, inscrições, delegação, programação completa e contatos, estão disponíveis nos anexos do MNDH-PR, aqui: http://anexosmndhparana.blogspot.com/2008/07/programao-da-viii-conferncia-estadual.html
29.7.08
Eleições - prefeito de Maringá foi impugnado
Conferência da Pessoa com Deficiência
26.7.08
Belony Balland: nova coordenadora de Pato
21.7.08
A Pré-conferência de Londrina
18.7.08
Pedido de ajuda
Londrina sediará pré-conferência
O evento ocorrerá no Centro Municipal de Educação Infantil Valéria Veronézi (Super Creche) - ao lado do Terminal Urbano, na Rua Beijamim Constant, 800 - centro de Londrina e podem participar entidades e movimentos da sociedade civil, além de representantes dos governos municipais que desenvolvem ações de direitos humanos. Mais informações, AQUI.
15.7.08
Paraná realiza Seminário sobre ECA
Maringá sediará Seminário Estadual sobre os 18 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), nos dias 30 e 31 de julho e contará com participação de representações de todo o Estado. O evento será realizado no Auditório Marista, em Maringá/PR e é aberto a qualquer pessoa interessada no tema. Não há limite de inscrição por município, podendo participar quantos queiram. As despesas com locomoção, hospedagem e alimentação são por conta do participante.O valor da inscrição R$ 15,00 é para cobrir parte das despesas de organização do evento e os interessados em participar, basta efetuar a inscrição preenchendo os dados (nome, cidade, RG e e-mail), fazer o depósito R$ 15,00 no Banco SICREDI (748), Agência 0710 - conta 17376-2 em nome de Associação Paranaense de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. NÃO ESQUECER DE ENVIAR FICHA E COMPROVANTE POR E-MAIL (fdcapr@yahoo.com.br) OU FAX (45) 30252440. Não havendo SICREDI na cidade, pode depositar na CEF (104) - agência 0589 - conta 3312-8 - Associação de Proteção a Vida. As inscrições somente serão aceitas até o dia 25/07 (sexta-feira) após essa data não será mais possível.
30/07 – Tarde: “Participação da sociedade civil no processo de construção da política de direitos da criança e do adolescente” – Marcos Antonio da Silva Souza e Valtenir Lazzarini. O objetivo é apresentar o trabalho que os movimentos sociais promovem para a defesa dos direitos da criança e do adolescente.
31/07 – Manhã: “Contextualização dos direitos fundamentais” – José Luiz Guimarães, Vera Lucia Tieko Suguihiro e Geonanio Edervaldo Rossato. Os expositores procurarão contextualizar os direitos fundamentais defendidos no Estatuto e problematizar a questão das políticas públicas para criança e o adolescente. Um apanhado geral em políticas públicas para a área focalizando, por fim, nos direitos fundamentais. Áreas de discussão: Psicologia, Assistência Social e Ciências Sociais (conforme palestrantes).
31/07 – Tarde: “Os cinco direitos fundamentais: avanços e desafios” – MESA REDONDA: (Ministério Público; CEDCA; Poder Executivo: Gestor Municipal e Estadual; Poder Legislativo Estadual e Poder Judiciário). Os debatedores apresentarão o trabalho dos órgãos governamentais e não-governamentais responsáveis pela defesa e proteção dos direitos da criança e do adolescente. Os avanços e desafios de cada órgão para a garantia dos direitos e efetivação de políticas públicas na área da infância e adolescência.
14.7.08
Governador do Paraná convoca Conferência de DH
O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 87, inciso V, da Constituição Estadual, tendo em vista o disposto na Lei n° 11.070, de 16 de março de 1995, e em consonância com o Decreto Presidencial de 29 de abril de 2008, que convoca a 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, a realizar-se no período de 15 a 18 de dezembro de 2008, em Brasília – DF,
DECRETA:
Art. 1° Fica convocada a VIII Conferência Estadual dos Direitos Humanos, que será realizada nos dias 30 e 31 de agosto de 2008, sob coordenação da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania, em conjunto com as Secretarias de Estado, com os objetivos de:
I - formular propostas para a revisão e atualização do Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH, instituído pelo Decreto nº 1.904, de 13 de maio de 1996, revisado pelo Decreto nº 4.229, de 13 de maio de 2002, bem como contribuir para a formulação de uma Política Nacional de Direitos Humanos que incorpore os compromissos e responsabilidades dos órgãos da administração pública e dos segmentos da sociedade civil;
II - promover a mobilização e articulação de cada um dos diferentes campos de atuação do Poder Público com o objetivo de discutir o PNDH e recomendar a inserção da temática de promoção e de proteção dos Direitos Humanos em suas ações, em respeito aos compromissos internacionais formalmente assumidos pelo Estado brasileiro; e
III - formular propostas para a revisão e atualização do Programa Estadual de Direitos Humanos.
Art. 2° A VIII Conferência Estadual será presidida pelo Conselho Permanente de Direitos Humanos do Paraná.
Art. 3° A VIII Conferência Estadual terá a participação de delegados/as representantes da sociedade civil e de delegados/as representantes do poder público, na proporção de sessenta e quarenta por cento, respectivamente.
Art. 4º O Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania constituirá, mediante Resolução, a Comissão Organizadora da Conferência Estadual, com vistas à elaboração do Regimento Interno e de orientação para a Conferência Estadual, assim como ao acompanhamento da organização do encontro.
Art. 5º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.
Curitiba, em 3 de julho de 2008, 187° da Independência e 120° da República.
ROBERTO REQUIÃO,
Governador do Estado
JAIR RAMOS BRAGA,
Secretário de Estado da Justiça e da Cidadania
RAFAEL IATAURO,
Chefe da Casa Civil
Conferência Nacional
Pré-Conferência de Sarandi
A Pré-Conferência de Direitos Humanos, em Sarandi, no dia 12 de julho, foi desenvolvida com trabalhos em grupos sobre as políticas públicas existentes e sugestões de propostas que farão parte na Conferência Estadual. Mais fotos, AQUI.Londrina e a pré-conferência
QUEM PODE PARTICIPAR: Entidades e movimentos da sociedade civil e representantes dos governos municipais que desenvolvem ações de direitos humanos.
a) Proteção do direito à vida e à saúde: segurança pública, a luta contra a impunidade, o direito à saúde, o direito ao meio ambiente.
b) Proteção do direito à liberdade e à informação: a liberdade de expressão, a democratização dos meios de comunicação social, o direito à informação, a privação da liberdade.
c) Direito à moradia adequada e ao trabalho: a habitação, agricultura e reforma agrária, além do direito ao trabalho.
d) Direitos humanos, direitos de todos: gênero e sexualidade, organização comunitária, educação, direitos econômicos, cultural, civis, políticos e sociais.
OBJETIVO DA PRÉ-CONFERÊNCIA: Em preparação à Conferência Estadual a ser realizada em Curitiba nos dias 30 e 31 de agosto do corrente e à Conferência Nacional de Direitos Humanos a ser realizada em Brasília, entre 15 e 18 de dezembro de 2008.
9.7.08
Pré-Conferência em Sarandi
3.7.08
Povo Marcado - Cadeia Feminina
Carta a Vannuchi
Radicalização dos Direitos Humanos
2.7.08
Mapa da situação das entidades do Paraná
26.6.08
Perseguição política
25.6.08
Setor de Direitos Humanos do MST pede socorro
Entidades de direitos humanos,
Parlamentares, cidadãos do mundo!
Vimos a vossa presença para lhes pedir solidariedade. Nosso movimento está sofrendo uma verdadeira ofensiva de forças conservadores no Rio Grande do sul, que não só não querem ver a terra dividida, como manda a constituição, mas querem criminalizar os que lutam pela reforma agrária e impedir a continuidade do MST.
Para tanto essas forças políticas que defendem na verdade poderosos interesses dos grupos econômicos de empresas transnacionais que estão se instalando no estado para controlar a agricultura e os latifundiários, estão representadas hoje no governo da sra. Yeda Crusius, na Brigada Militar, no poder judiciário local e no poder do monopólio da mídia.
O que pedimos a vocês?
a) Que enviem cartas de protesto para a Governadora Yeda Crusius, e ao procurador geral de Justiça, que é nomeado pela governadora e coordena o Ministério Publico Estadual.
Há em anexo um modelo de carta. Mas se preferirem, usem de vossa criatividade.
b) Que todas as mensagens enviadas a autoridades, nos enviem copias para setor de direitos humanos do MST nacional dhmst@uol.com.br e para setor de imprensa imprensa@mst.org.br
Muito obrigado, por tudo
Juvelino Strozake
Setor de direitos humanos - MST/ nacional
A violência de Estado contra os movimentos sociais foi tema da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, nesta terça-feira (24). No encontro, os senadores, os deputados federais e estaduais assistiram ao vídeo com treze atos de violência, agressão e repressão aos movimentos sociais. O deputado Dionilso Marcon (PT) relatou a violência e a brutalidade utilizada pelo comando da BM contra os manifestantes no dia 11 de junho, no Parque da Harmonia e em mais 12 eventos recentes. No relato, o comandante da BM declarou publicamente que os manifestantes eram baderneiros e o comando da BM impediu que prosseguissem até o Palácio Piratini, aonde ocorria uma grande manifestação contra a corrupção no governo Yeda.O ponto alto da audiência foi a divulgação da ata do Conselho Superior do Ministério Público que deliberou a formulação de uma política de intervenção do MP pelo fim do MST, de suas escolas, pela investigação do Incra, da Conab e da Via Campesina. Em determinado trecho o MP indica a investigação e a criminalização do MST. O documento de três páginas sugere o impedimento de marchas, de deslocamentos dos agricultores, assim como a desativação de acampamentos. Também sugere o cancelamento do alistamento eleitoral dos agricultores sem terra nas regiões em conflito e a formulação de uma política oficial do MP com a finalidade de "proteção da legalidade no campo".

Segundo o deputado Marcon a divulgação do documento do MP e as ações da BM comprovam que a Constituição Federal está sendo violada. Segundo ele, o documento descoberto pelos movimentos sociais aponta vários níveis gradativos de repressão: O primeiro, segundo a denúncia dos movimentos, seria a identificação, grampeamento telefônico e de mails de manifestantes, lideranças e de parlamentares; o segundo, com a prática de violência com o uso de gás e balas de borracha, tropas de choque, prisão de manifestantes; num terceiro e último estágio seria a proibição de existência legal de associações e a mudança na legislação penal.
Presente na audiência, o bispo de Santa Cruz do Sul , Don Sinésio Bohn afirmou que a Igreja está ao lado dos pobres, assim como Jesus Cristo o fez e que por isso estava ali junto dos trabalhadores. Os senadores receberam o documento com as denuncias e ficaram perplexos com as imagens de violência e com as declarações do comando da BM e da governadora sobre a operação no Harmonia.
A deputada Federal Maria do Rosário (PT) afirmou que o documento do MP sugere a suspensão da Constituição e de direitos fundamentais da cidadania e dos direitos Humanos. "O MP deveria investigar os R$ 650 mil desviados pela Confederação Nacional da Agricultura que utilizou os recursos na campanha dos ruralistas da senadora Kátia Abreu", destaca Rosário. Outro absurdo do documento do MP , segundo Rosário, é a sugestão de cancelamentos do direito de voto dos eleitores do MST nas áreas de acampamento. A coordenação estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) no Rio Grande do Sul divulgou nota oficial, na semana passada, denunciando as recentes ações da Brigada Militar e os argumentos utilizados pelo Ministério Público gaúcho para a execução do despejo de dois acampamentos no interior do Estado. Segundo a nota, "os métodos e argumentos do Ministério Público e da Brigada Militar ressuscitaram a ditadura militar no Rio Grande do Sul".
Fizeram parte da diligência o presidente da CDH, senador Paulo Paim, o senador José Nery, senador Flávio Arns, membros da CDH da Assembléia Legislativa do Estado e da Câmara de Vereadores de Porto Alegre.
Comitê de Apoio à Reforma Agrária
De acordo com João Flávio Borba, da Escola Agrícola Milton Santos, “a Reforma Agrária no Brasil vem sofrendo nas últimas décadas seguidos ataques da ferramenta ideológica neoliberal, que defende com unhas e dentes o Agronegócio”. Segundo Borba o Agronégocio é comprovadamente gerador da expulsão de diversos populares do campo, levando à miséria social, aumento de violência, concentração de riqueza e agressão à biodiversidade”.
21.6.08
Conferência Estadual da Pessoa Portadora de Deficiência
Violência doméstica
17.6.08
Pré-conferências
5.6.08
NOTA DE REPÚDIO contra a prisão do sargento Laci
NOTA DE REPÚDIOÉ evidente o ato discriminatório que vitimou o sargento do Exército, Laci Marinho de Araújo, preso no último dia 3, em São Paulo, pela Polícia do Exército. A prisão do sargento Laci ocorreu sob a alegação de suposto crime de deserção.
Na realidade, o que houve foi uma retaliação por parte do Exército brasileiro, já que o militar assumira publicamente sua opção sexual em entrevista concedida à revista Época.
Na reportagem, o sargento Laci revelou ter um relacionamento de 10 anos com o também militar Fernando Alcântara de Figueiredo.
O Movimento Nacional de Direitos Humanos não pode deixar de manifestar o seu repúdio à atitude do comando do Exército Brasileiro.
O conselheiro nacional do MNDH, Renato Simões, representante do Regional São Paulo, integrou a delegação do Conselho Estadual dos Diretos da Pessoa Humana (CONDEPE/SP) que visitou - momentos após a prisão - o sargento Laci de Araújo e seu companheiro, sargento Fernando Alcântara, no Hospital Militar do Cambuci, em SP.
Foi possível constatar o trauma psicológico sofrido por ambos a partir da inusitada prisão – de caráter claramente homofóbico - realizada nas dependências da Rede TV pela Polícia do Exército.
Dizer quer as regras disciplinares do Exército autorizam procedimentos deste porte é escamotear a questão e pedir à sociedade brasileira que ignore o direto à livre orientação sexual do cidadão brasileiro (art. 5º, caput e art. 3º, inciso IV da Constituição Federal).
Não é a primeira vez que esta questão surge nas fileiras das Forças Armadas brasileira e não é a primeira vez que o acontecimento é manipulado e abafado.
O MNDH entende que já é tempo de as instituições nacionais abrirem debate sobre este e outros temas candentes, que perpassam todo e qualquer segmento da sociedade nacional.
É necessário que a defesa do militar seja feita e os danos sejam reparados, tanto no aspecto moral quanto material.
O CONDEPE/SP apresentou um rol de requerimentos ao Ministro da Justiça, a fim de obter providências que minimizem o mal causado e se ofereçam condições de integral tratamento e readaptação do sargento Laci às suas funções.
O MNDH reafirma sua perplexidade frente ao ato arbitrário e de pronto vai acompanhar o desdobramento do caso do sargento Laci:
* solicitando a designação de um advogado junto à Defensoria Pública da União;
* solicitando acompanhar e visitar o sargento Laci desde a sua chegada e durante toda sua permanência em Brasília;
* solicitando a constituição de junta médica pelo Conselho Federal de Medicina para emitir parecer alternativo com relação à saúde do militar;
* encaminhando Nota de Repúdio a ser divulgada na Conferência GLBT e a ser encaminhada ao Ministro da Defesa protestando contra a discriminação da qual foram vítimas os dois militares brasileiros.
3.6.08
As fotos do curso "História e ações do MNDH'
2.6.08
Direitos Humanos: O outro lado da moeda
Recebido por e-mail
Anistia Internacional
Direitos Humanos: O outro lado da moeda: os dados complicados do Informe 2008
Anistia Internacional dedicou seu Informe 2008: "A situação dos Direitos Humanos no mundo", por ocasião da comemoração dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e homenageando a coragem dos defensores/as de DDHH. Leia uma resenha do contraste entre as promessas de 1948 e a realidade de 2008.
ARTIGO 1 - Promessa formulada em 1948: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
Realidade em 2008: Na primeira metade de 2007 morreram, no Egito, cerca de 250 mulheres devido à violência exercida por seus esposos ou membros de sua família, e uma média de 2 mulheres era violentada no país a cada hora.
ARTIGO 3 - Promessa formulada em 1948:Todo individuo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Realidade em 2008: 1.252 pessoas, em 24 países distintos foram executadas por seu respectivo Estado, em 2007; no entanto, 104 países votaram a favor de uma suspensão mundial da pena de morte.
ARTIGO 5 - Promessa formulada em 1948:Ninguém será submetido a torturas, nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
Realidade em 2008: Anistia Internacional documentou casos de tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos e degradantes em mais de 81 países, em 2007.
ARTIGO 7 - Promessa formulada em 1948:Todos são iguais perante a lei e têm, sem distinção, direito a igual proteção da lei.
Realidade em 2008: No Informe da Anistia Internacional foram examinados pelo menos 23 países que têm leis que discriminam as mulheres, pelo menos 15 países que discriminam os migrantes e pelo menos 14 países que discriminam as minorias.
ARTIGO 9 - Promessa formulada em 1948:Ninguém poderá ser, arbitrariamente, detido, preso, nem desterrado.
Realidade em 2008: Ao concluir o ano de 2007, havia mais de 600 pessoas detidas sem cargos, julgamento ou revisão judicial de sua prisão na base aérea estadunidense de Bagram, no Afeganistão, e 25.000 permaneciam detidas pela Força Multinacional no Iraque.
ARTIGO 10 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito, em condições de plena igualdade, a ser ouvida publicamente e com justiça por um tribunal independente e imparcial.
Realidade em 2008: No Informe 2008 da Anistia Internacional foram examinados 54 países nos quais se realizam julgamentos sem as devidas garantias processuais.
ARTIGO 11 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito a que se presuma sua inocência enquanto não seja provada sua culpabilidade, conforme a lei.
Realidade em 2008: As cifras da Anistia Internacional mostram que em Guantanamo estão presas ao redor de 800 pessoas desde que esse centro de detenção foi aberto, em janeiro de 2002, e que, em 2008, continuam presas 270 pessoas sem cargos ou sem o devido processo legal.
ARTIGO 13 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito a circular livremente e a eleger sua residência no território de um Estado.
Realidade em 2008: Em 2007 havia mais de 550 postos de controle e bloqueios do exército israelita que restringiam a circulação da população palestina entre cidades e povoados da Cisjordânia ou a impedia.
ARTIGO 18 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião.
Realidade em 2008: Segundo dados coletados pela Anistia Internacional, em 45 países havia presos e presas de consciência.
ARTIGO 19 - Promessa formulada em 1948:Todo individuo tem direito à liberdade de opinião e de expressão e a investigar e receber informações e opiniões e a difundi-las, sem limitação de fronteiras, por qualquer meio de expressão.
Realidade em 2008: De acordo com o Informe 2008 da Anistia Internacional, em 77 países se restringia a liberdade de expressão e de imprensa.
ARTIGO 20 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
Realidade em 2008: Acredita-se que milhares de pessoas foram presas durante a repressão aos protestos em Myanmar, em 2007; Anistia Internacional crê que ao redor de 700 permanecem recuidas.
ARTIGO 23 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre eleição de seu trabalho, a uma remuneração eqüitativa e satisfatória e a fundar sindicatos e a sindicalizar-se.
Realidade em 2008: Pelo menos 39 sindicalistas foram assassinados na Colômbia, em 2007; 22 foram mortos nos primeiros quatro meses do ano.
ARTIGO 25 - Promessa formulada em 1948:Toda pessoa tem direito a um nível de vida adequado para assegurar sua saúde e bem estar, em particular as mães e as crianças.
Realidade em 2008: 14% da população malawiana vivia com HIV/AIDS em 2007 e somente 3% tinha acesso a medicamentos antiretrovirais gratuitos. Havia 1 milhão de crianças órfãs devido a mortes associadas ao HIV/AIDS.
(Todas as cifras foram extraídas do Informe 2008 da Anistia Internacional. Leia e baixe o Informe 2008 em português: http://thereport.amnesty.org/prt/download-report).
1.6.08
Do curso
29.5.08
Cartaz 60 Anos da Declaração - Concurso
“A iniciativa faz parte da campanha de comemoração dos 60 anos e por meio dela a SEDH pretende proporcionar a discussão do tema e a sua popularização”, explica Carla Fernanda Silva. Segundo ela, a decisão de realizar o trabalho é fazer com que a Declaração esteja sempre na mente das pessoas. “É importante ressaltar que por meio do ensino e da educação é possível promover o respeito aos direitos e liberdades de cada indivíduo”, avalia.
Programa
DIA 31/05/2008:
* 09h00min – Cafezinho;
* 09h30min – Apresentação de cada participante;
* 09h50min – Recepção com Vídeo: Maringá – 5 min;
* 10h00min – Trabalho em grupo (1º texto): “MNDH = História, Missão e Composição”;
* 10h40min – Plenária do 1º texto;
* 11h00min – Leitura e discussão do papel da FIDH;
* 11h20min – Video e debate = “Ações do MNDH” – 33 min;
* 12h00min – Almoço;
* 14h00min – Vídeo: “Trabalho Escravo” – 40 min;
* 14h10min – Trabalho em grupo (2º texto): “Relatório de Gestão e Financeiro”;
* 15h10min – Plenária dos destaques do 2º texto;
* 15h30mn – Vídeo: “Peraí, é nosso direito” – 1ª parte: 16 min;
* 15h45min – Intervalo;
* 16h00min – Trabalho em grupo (3º Texto): “Documento Institucional – Nova versão”;
* 17h00min – Destaques (3º Texto);
* 17h20min – Vídeo do XIII Encontro do MNDH, em Goiânia/2004 – 20 min;
* 18h00min – Encerramento dos trabalhos do primeiro dia.
OBS.: No final do primeiro ou segundo dia, a coordenação do MNDH-PR deverá se reunir para encaminhamento dos trabalhos, programas e planejamentos do MNDH no Estado.
DIA 01/06/2008:
* 08h30min – Café;
* 09h00min – Vídeo: “Trabalho Infantil” – 40 min;
* 09h50min – Trabalho em grupo (4º Texto): “História do MNDH-Paraná”;
* 10h30min – Intervalo;
* 11h00min – Destaques (4º Texto);
* 11h30min - Apresentação por data show e diálogo (5º Texto): “Prioridades nacional de atuação 2008-2010” X Planejamento do Paraná 2008-2009;
* 13h00min – Avaliação e encerramento – Vídeo: O cavalo no fundo do poço – 5 min.
28.5.08
Cronograma do Curso
22 confirmados
26.5.08
Deficiência não limita as pessoas
Vídeoconferência de Direitos Humanos
O objetivo é divulgar a Conferência Nacional e fortalecer a mobilização para as estaduais. O GT Nacional dará informações acerca do evento, proporcionando oportunidade para que dúvidas, sugestões e críticas dos parceiros nos Estados sejam respondidas diretamente.
A XI Conferência Nacional de Direitos Humanos terá sua etapa nacional de 15 a 18 de dezembro de 2008, no centro de convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, com delegados eleitos em todo o país. O tema central será a coleta de subsídios para atualizar e rever o Programa Nacional de Direitos Humanos, que orienta as políticas públicas e o orçamento da União para o setor.
O MNDH orienta as entidades filiadas que se encontram em Curitiba ou que estejam passando por lá, que participem da vídeoconferência.
25.5.08
Reunião da coordenação MNDH-PR
Curso de formação do próximo final de semana
- DIAS: 31/05 e 01/06 de 2008;
- LOCAL: Centro de Pastoral da Arquidiocese (CEPA) - Rua Vereador Joaquim Pereira de Castro, 267 - Vila Santo Antônio, ao lado da Paróquia Santo Antônio.
- INÍCIO: 08h30min., do dia 31/05;
- TÉRMINO: 16 horas, do dia 01/06;
- CIDADE: Maringá/PR.
22.5.08
Pré-conferências nas regiões
Pré-conferência regional de DH de Maringá
21.5.08
Atualizado a História do MNDH-PR
17.5.08
Curso confirmado em novo local
Café da Manhã de DH, em Maringá
Reuniram-se hoje, 17 de maio de 2008, no Centro de Pastoral da Arquidiocese de Maringá/PR (CEPA), na Vila Santo Antônio, em Maringá, 15 representantes de 09 entidades que trabalham na garantia de direitos humanos de Maringá, Sarandi, Londrina e Cambé para o primeiro café da manhã do ano. O conselheiro nacional do MNDH e membro da coordenação do MNDH no Paraná, Clovis Pereira, apresentou um vídeo sobre acessibilidade e alertou sobre as conferências regionais, estadual e nacional de Direitos Humanos que serão realizadas até dezembro de 2008.16.5.08
Café da Manhã de DH
As entidades sociais que desenvolvem atividades nas áreas de educação, saúde, meio ambiente, cultura, "deficiências", criança e adolescente..., podem comparecer e se tiverem condições, levar alguma coisa para enriquecer o café.
14.5.08
Reunião COPED
13.5.08
Conferência de Direitos Humanos
A videoconferência conectará as Assembléia Legislativas de todos os Estados, a partir da sede do Interlegis, no Congresso Nacional, em Brasília. A dinâmica da videoconferência prevê abertura com orientações gerais. Em seguida, intervenções a partir de todas as Assembléias Legislativas, coordenadas pelos Grupos de Trabalho estaduais ou, onde estes ainda não estiverem formados, pelos presidentes das Comissões de Direitos Humanos das Assembléias. A ordem das intervenções entre os Estados será por sorteio. Cada um terá cinco minutos, que poderão ser usados por um ou mais oradores, de acordo com decisão a ser tomada em cada local. As dúvidas serão esclarecidas pelo GT nacional, de Brasília, que fará o encerramento.
As referidas entidades formam o Grupo de Trabalho Nacional responsável pela XI Conferência Nacional de Direitos Humanos, a ser realizada de 15 a 18 de dezembro de 2008, em Brasília, tendo como tema central a atualização do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH). A Conferência deverá pactuar compromissos e propor diretrizes para as políticas públicas na área, com impactos nos orçamentos federal e estaduais.
O prazo para as conferências estaduais têm início em 1º de maio e encerramento em 15 de agosto. A escolha dos 1.200 delegados priorizará a participação de todos os segmentos e grupos sociais, sendo 60% deles serão escolhidos pela sociedade civil e 40% por órgãos do poder público da área de Direitos Humanos.
Mais informações e esclarecimentos sobre a Conferência podem ser obtidas junto à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (e-mail cdh@camara.gov.br, telefone 061 3216-6570), à equipe da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (confdh.comunicacao@sedh.gov.br, telefone 061 3429-3076), ou pela página: www.camara.gov.br/cdh
Solidariedade
Para nós eles são o sinal do Cristo Ressuscitado que vive no meio do seu povo. Sendo fiéis ao Evangelho, compreendemos que esta também é a nossa missão. “Se me perseguiram, também perseguirão vocês...” (João 15,20). Com Cristo somos alimentados e fortificados, com eles recebemos um forte testemunho da Verdade que nos encoraja. “Todos odiarão vocês por minha causa, mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 10,22).
Na comunhão em Jesus Cristo, queremos estar juntos aos três profetas agredidos em sua missão. A causa que eles defendem queremos fortificá-la, pois suas denúncias também são nossas: a desapropriação das terras dos indígenas, o abandono dos pequenos agricultores, a exploração sexual de crianças e adolescentes e o tráfico de mulheres, a violência urbana e ameaças às lideranças do povo, a evasão escolar na região, a degradação do meio ambiente e a exploração ilícita de madeiras e o tráfico de drogas. Esta situação nos deixa inquietos e nos exige um testemunho cristão.
Fomos enviados pelas nossas comunidades, bispos e provinciais à formação presbiteral continuada e especializada. A partir de nossos estudos nos sentimos cada vez mais próximos de tantas irmãs e irmãos sofridos e excluídos em nossas regiões e que esperam uma presença e testemunho profético de seus pastores. Temos também consciência, das lutas travadas por tantos homens e mulheres: religiosos e religiosas, presbíteros e bispos, leigos e leigas na defesa da vida junto ao povo na grande Região Amazônica.
Queremos exigir das autoridades competentes investigações sérias e proteção total aos nossos pastores sob ameaças. Esperamos uma posição decisiva para que impunidades e injustiças, frutos do descaso político e da ambição econômica, não prevaleçam. Que o solo verde da Amazônia não se torne árido e sangrento!
Em Cristo Bom Pastor, Ressurrecto e vencedor de todas as ameaças de morte.
Pe. Menete Severiano de Melo Junior
Secretário do Conselho dos Alunos
Terror no Oeste do Paraná
Mesmo com a chegada da Polícia, a milícia continuou o ataque. Com a chegada de reforço dez pistoleiros foram presos em flagrante. Dentre elas estava Luciano Gomes Resende, um dos seguranças da empresa NF, que também presta serviços à Socieade Rural do Oeste do Paraná, acusado pelo ataque ao acampamento do MST na Fazenda da Syngenta, em outubro de 2007, onde foi assassinado o camponês Valmir Mota de Oliveira, e pelo despejo ilegal do acampamento do MLST na Fazenda Gasparetto, em abril do ano passado.
A região de Cascavel já é conhecida pela violência contra camponeses praticadas por esta milícia, todavia, a certeza da impunidade, já demonstrada nos outros casos, fez com que as ações se tornassem mais ousadas e planejadas, inclusive com o uso de instrumentos mais sofisticados para as ações de destruição dos acampamentos e de terrorismo contra camponeses.
As reiteradas violações de direitos humanos praticadas contra os trabalhadores rurais sem terra na região de Cascavel está sendo alvo de indignação das entidades da sociedade civil e da Igreja. O Arcebispo da Arquidiocese de Cascavel, Dom Mauro Aparecido dos Santos foi até o acampamento prestar solidariedade às famílias e exigiu que os fatos fossem apurados e os mandantes responsabilizados :“vim até o local constatar o que aconteceu para que depois possamos cobrar dos órgãos responsáveis uma providência concreta. Não podemos deixar que esse fato de desrespeito a pessoa humana e as leis seja esquecido. Não podemos permitir que o Paraná se torne uma terra onde o que vale é a lei da bala e funcionários de empresa de segurança escondem a cara dos verdadeiros mandantes”, declarou.
Os agricultores, vítimas do ataque, passaram o dia sendo ouvidos pela polícia civil de Cascavel, enquanto 10 integrantes da milícia permaneciam presos. Numa demonstração de força e afronta mais de 20 fazendeiros foram até a Delegacia para pressionar a polícia. As famílias que tiveram seus barracos destruídos permanecem no acampamento Primeiros Passos, próximo à Fazenda Bom Sucesso, de Orlando Carneiro, temendo que possam ser atacadas novamente. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná prometeu que vai manter policiais no local."
Café da Manhã
9.5.08
Curso "História do MNDH" - atualizado
7.5.08
Site do MNDH é super visitado
MNDH contra a violência sobre os índios no Pará
O MNDH exige do Supremo Tribunal Federal (STF), do governo do estado de Roraima, na figura de seu governador, José Anchieta Júnior (PSDB), e da Polícia Federal uma ação efetiva para garantir aos grupos indígenas que habitam a Reserva Raposa Serra do Sol a ocupação de uma área que lhes pertence de fato e de direito, sem que venham a ser vítimas de atos brutais como o da última segunda-feira.
Às 5 horas desta segunda-feira, um grupo de 103 indígenas, entre homens e mulheres, iniciou a ocupação de uma área livre de plantação de arroz e afastada da sede. Em pouco tempo, eles construíram quatro malocas (casas) com palha e madeira. Dois funcionários de Quartiero chegaram ao local pilotando motos e ordenaram a saída dos índios. Diante da negativa, foram embora e retornaram com mais três motoqueiros e uma caminhonete.
O grupo de jagunços de Paulo César Quartieiro chegou atirando sem dar qualquer chance de defesa às vítimas.
Bispos marcados para morrer
Os três bispos ameaçados de morte no Pará estiveram em Brasília nesta terça-feira, 6, e confirmaram as denúncias de violação dos direitos humanos na região. Dom José Luiz Azcona, da Prelazia do Marajó; dom Flávio Giovenale, da Prelazia de Abaetetuba, e dom Erwin Kräutler, da Prelazia do Xingu, foram, pela manhã, ao Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) e, à tarde, participaram de uma audiência pública proposta pela Comissão da Amazônia da Câmara dos Deputados. Esteve, ainda, presente o pároco de Anapu, padre José Amaro Lopes de Souza, que também é ameaçado.3.5.08
Curso: História e ações do MNDH
Por deliberação em reunião da coordenação do MNDH-PR, a assessoria de formação (Coletivo de Estudos e Educação em Direitos Humanos de Maringá - CEEDH), planejou uma série de encontros de formação em Direitos Humanos. O primeiro destina-se às entidades filiadas ao MNDH, com a temática: "História e ações do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH)".
DIAS: 31 de maio e 1º de junho de 2008;
INÍCIO: Às 08h30min., do dia 31 de maio;
TÉRMINO: Às 16 horas do dia 1º de junho;
LOCAL: Centro de Pastoral da Arquidiocese (CEPA), na Rua Vereador Joaquim Pereira de Castro, 267 - Vila Santo Antônio, ao lado da Paróquia Santo Antônio, em Maringá/PR;
CIDADE: Maringá/PR;
PARTICIPANTES: 02 ou 03 pessoas por entidade filiada. A orientação é que não participe apenas uma pessoa por entidade;
OBJETIVOS DO CURSO:
- Conhecer em profundidade a história do MNDH e as linhas de ações;
- Estudar o Documento Institucional (DOC);
- Apresentar e discutir algumas produções do MNDH;
- Conhecer algumas parcerias e o que é a Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH);
- Estudar as exigências para filiações de entidades de direitos humanos ao MNDH.
CUSTOS: Como não há recursos previstos para este Curso, cada entidade filiada ou seus participantes deve levantar recursos para o deslocamento.
CONFIRMAÇÃO DA PRESENÇA: Para a organização do Curso e local é necessário a confirmação até o dia 25 de maio, pelo e-mail: mndhpr@gmail.com e cópia para canutobrandao@hotmail.com
EM TEMPO: Agendem mais um outro Curso de 80 horas: "Formação em Educação em Direitos Humanos", nas seguintes datas, iniciando sempre às 08h00 do primeiro dia do curso, com encerramento para as 16 horas do dia seguinte:
- - 16 e 17 de agosto de 2008 - suspenso;
- - 18 e 19 de outubro de 2008 - suspenso;
- - 07 e 08 de março de 2009 - suspenso;
- - 09 e 10 de maio de 2009 - suspenso.
Estas 4 etapas de Curso são de 80 horas e é de Extensão, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) e o Coletivo de Estudos e Educação em Direitos Humanos de Maringá (CEEDH), entre outras entidades filiadas que ajudarão na organização. Os participantes receberão certificados e terá uma taxa mínima de inscrição (cinco reais) por participante para emissão dos certificados pela Universidade.
Espaço reservado aos patrocinadores e apoiadores do Curso "História e Ações do MNDH"
APOIO: Associação de Reflexão e Ação Social (ARAS)




